sexta-feira, 25 de setembro de 2026

‘Eros & Psiquê’. ‘O Encontro do Deus de Amor Com a Alma’. - (Mitologia Grega).



“O mito de Psiquê & Eros, o deus do Amor na mitologia grega, representa o princípio universal, que interliga a Alma, os homens e o Universo”...

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Sejam Todos Bem-vindos! - Bienvenidos! - Welcome!
  

Namastê!
“O Deus em mim, saúda o Deus que há em você!”

Descubra seu Anjo da Guarda pelo Dia de Nascimento!
   

Acorda, Caminhante das Estrelas!
“E se você estiver agora onde precisa estar, para o seu despertar?!”

A Mensagem de Dolores Cannon.
“Antes de reencarnar na Terra, a esta realidade tridimensional, você faz um plano do que pretende alcançar. E contratos com as pessoas de sua vida. Fez contrato com seus pais, irmãos, irmãs, parentes e amigos. Eles o ajudam a passar por tudo o que você planejou realizar na vida. Aproveite, traga alegria para esta vida, desfrute a natureza e tudo ao seu redor!”. - (Dolores Cannon. Hipnoterapeuta. Entrevista).

“Muitas pessoas que agora vivem na Terra, são Almas Voluntárias que encarnaram para ajudar a elevar a vibração do planeta e de seus habitantes”... - (‘As Três Ondas de Voluntários e a Nova Terra’. Dolores Cannon).

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“Temos que despertar para o fato de que nos planos espirituais não
estamos separados, nem divididos”. -  (‘A Mensagem Pleiadiana’).

‘A Essência do Ensinamento de Buda’.
“Pratiquem a bondade, não criem sofrimento, dirija a própria mente”.
 Esta é a essência do Budismo. 

“Ao conseguir aprofundar-se cada vez mais em seu mundo interior,
 você atingirá um estado no qual será possível comunicar-se  com  o seu
 espírito guardião e os espíritos guias em seu coração”. (Ryuho Okawa).
 - [‘A Essência  de Buda’. ‘O Caminho da Iluminação’].


 Você Aniversaria  hoje?! -
Metáforas & Esclarecimentos sobre os Anjos!
“Por fim temos a metáfora do Anjo da Guarda. Trata-se de nosso sacerdote interior, o guia  guia espiritual - a graça da Alma -, que conhece todo o itinerário de nossa jornada na vida... Além disso, ele nos proporciona sincronicidades, sonhos, intuições, criatividade, súbitos despertares e outros milagres”. - [‘Milagres Inesperados’. David Richo].

ós. Na verdade, penso na separação entre nós e os anjos guardiões como absolutamente ilusória. Prefiro  sempre me referir aos anjos, a sua energia de cura e amor como fontes internas, pois se você for capaz de perceber a existência dessa energia dentro de você, será capaz com certeza de conectar-se também com a energia angelical universal que permeia tudo o que existe!” – (‘Jardim dos Anjos’, p. 12. Patrícia Gebrim. Pensamento. 2009). 

Hoje é o Dia de seu Aniversário?! -

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 Anjo Cabalístico do Dia 25 de Setembro. Anjo 44º Yelaiah.
‘Virtudes
’.
Protege quem nasce: 17/Fev. - 1º/Maio - 13/Julho
- 24/Set. e 06/Dez.
Saiba mais:
Anjo Yelaiah
.
TikTok. 5:24. - [Click on the angel].

6. Categoria angelical: 
 
‘Virtudes
’.
Príncipe:
‘Raphael’. 
 
‘Virtudes
’.
“Categoria dos anjos, cuja atribuição é orientar as pessoas a respeito de sua missão, e/ou cumprimento de resgates kármicos ”...

Ligação com o Mestre Ascensionado: Hilarion. “Protege as pessoas com sensibilidade para a cura, cientistas, matemáticos e especialistas em computadores”. - (‘Anjos Cabalísticos’. Monica Buonfiglio).
 

Este site interage com os Anjos de Cura, regidos  pelo arcanjo
Raphael, o incentivo do Anjo Veuliah, e em ligação ao 5º Raio
da e  de Mestre Hilarion.

Mensagem de Mestre Hilarion.
“À medida que cada um de vocês doa com gratidão para todos, o
 Universo traz mais de modo imparcial para cada coisa boa doada”. --
EU SOU Hilarion.


 “A Chama Violeta de Saint Germain”. -
“A chama violeta de Saint Germain, transmuta o ódio em bondade,
além de expandir a consciência da espiritualidade!”.

Bom Dia! - [Click on the image].
“Que setembro seja repleto de bênçãos. E cada dia seja guiado por Deus!”.


Mensagem de Anjo Ariel.
“Beleza, Bendição, Revelação da magnificência do Supremo Criador,
 são dadas a  ti para que descubras como criar pensamentos sublimes
 e novos. Sê discreto, comunica, ensina e difunda mecanismos de
 crescimento espiritual. E estarei contigo”...  - (Anjo Ariel).

Aprenda com Consciência Cósmica! - (Carl Jung).

Mensagem de Amor. (‘Pequeno Príncipe’).
 
“O verdadeiro Amor nunca se desgasta. Quanto mais ele se dá, mais se tem
!” -
“Dar Amor não o esgota, e sim O aumenta. A melhor maneira de retribuir tanto Amor, é abrir o coração e se deixar amar!” - “Já entendi!” - disse a rosa. - “Não entenda, viva-o!” - Voltou a dizer, o Pequeno Príncipe.- (Antoine de Saint-Exupéry).

Respeite o divino direito a Vida!
Ame e seja uma dádiva para todas as criaturas de Deus! Proteja, cuida, alimente, e se possível, acolha os cães e gatos da rua!

Os animais são companheiros de jornada na Terra! E defrontam como nós as tribulações da existência física! São seres sencientes da mesma Essência divina da Alma humana: Amam, alegram-se e sofrem aflições como todo ser humano! - “Vivei e deixai viver!” - (‘Parsifal’ de Wagner).

Liberte-se já do Karma de Alimentar-se da Carne de Animais!

Benefícios! - [Click on the image].

Seja “Luz”. - (Charles Chaplin). 
“Seja Luz. Carregue dentro de si apenas, o Bem, o Amor,
a Bondade e a Paz!”. - (Chaplin).

Conheça Rio das Ostras - Litoral Norte do Rio de Janeiro! -
(Click-Foto: Praias de Rio das Ostras/R.J.).
Click-Foto: Coheça as Praias de Rio das Ostras!


‘Eros & Psiquê’. ‘O Encontro do Deus de Amor Com a Alma’. - (Mitologia Grega).
 
“O mito de Eros, o deus do Amor, por representar o princípio universal, que liga homens e Universo,  apresenta várias versões na mitologia grega”...

Se Afrodite (Vênus) é a deusa do amor, Eros é o próprio Amor, a essência do sentimento criador de toda a vida, força poderosa que não se tem domínio, muito menos origem, visto que ele é o próprio princípio de tudo.

Eros é um deus ordenador que surgiu do Caos, definindo e harmonizando o Universo, trazendo paz a este, mas mantendo aceso o fogo do conflito antagônico. É da sua inteligência voluntariosa que os deuses e os mortais são gerados...

Eros não faz parte do conselho dos deuses do Olimpo, tão pouco se sabe ao certo, a qual geração de deuses ele pertence, mas a sua influência é mais poderosa do que a do próprio Zeus (Júpiter), visto que o Amor muda o destino até do poderoso Zeus, pai dos deuses...
Zeus. Pai dos Deuses do Olimpo.
“A origem de Eros é contada pelas mais diversas lendas dentro da mitologia grega. Nos primórdios do povo helênico, o deus era cultuado em Tépsias, na Beócia, onde nasceu o poeta Hesíodo”...

Era cultuado apenas como deus fecundador do gado e deus dos matrimônios. Hesíodo, no século VII a.C., daria ao mito a dimensão universal do Amor.

Às vezes tido como filho de Zeus e Afrodite, de Poros (Recurso) e Pênia (Pobreza), da Noite e da Luz, de Zéfiro e Íris, ou ainda de Afrodite e de Ares (Marte), a sua origem é sempre repleta de um grande significado alegórico.

O Amor era tido sempre como filho de duas forças antagônicas, ou seja, Afrodite e Ares, ela deusa do amor e da beleza, ele o deus da guerra e do horror. Ou da Noite e da Luz.

Não importa a origem, o importante é a alegoria simbólica em torno do Amor, princípio de todo o Universo...
As Várias Lendas das Origens de Eros.
“Afinal, de qual geração dos deuses nasceu Eros? Se os povos primitivos da Grécia não lhe atribuíam uma árvore genealógica, considerando-o filho do mistério e do infinito, cabe aos poetas e filósofos dar pais ao mito”...

Para Hesíodo Eros é uma divindade primordial, que surgiu logo depois do Caos, no mesmo instante que surgiu Gaia (Terra).

Como o Amor é fundamental para o princípio de todas as criações, Hesíodo, em sua obra Teogonia, põe o nascimento de Eros primeiro que o de todos os outros deuses, ele é filho do próprio Caos, e virá, ao lado da força procriadora de Gaia, harmonizar e povoar o universo...
Surgimento de Gaia - Mãe Terra.

“Para o filósofo Parmênides de Eléia (século VI a.C.), Eros é filho de dois princípios contrários, da Luz e da Noite, o que proporcionaria a todas as coisas um equilíbrio mesclado pelas diferenças, antagônicos e fundamentais um ao outro”...

Em ‘O Banquete’, Platão descreve Eros como filho de Pênia, a Pobreza e de Poros, o Recurso. Na festa que o Olimpo fazia para comemorar o nascimento de Afrodite, Pênia decide unir-se a Poros ao encontrá-lo embriagado. Em um canto do Olimpo, entrega-se a ele. Da união entre a Pobreza e o Recurso nasceria Eros, o Amor.

Gerado no dia do nascimento de Afrodite, a deusa da beleza, Eros será para sempre, companheiro e servo da beleza. Eros traz para si a dualidade dos pais.

De Poros herda a decisão e a coragem, ávido do belo e do bom; de Pênia herda a carência perene e o destino de andarilho.

Eros, o Amor, germina e vive quando enriquece, morre e renasce quando tudo parece perdido...
[Zéfiro & Psiquê].

“Alceu, poeta lírico do século VII a.C., descreve Eros como filho nascido de Zéfiro e de Íris, sendo o mais temido dos deuses”.

Eurípides (480?-406 a.C.), descreve Eros como um deus dúbio, que quando usa o seu poder moderadamente, leva os homens e os deuses à virtude, ou, quando usa toda força do seu poder, leva-os perniciosamente à ruína.

Aristófanes (448?-388? a.C.) descreve um Eros dotado de asas de ouro, veloz como o vento. É a partir dessa figura alada de Eros, que na época alexandrina, passa a ser descrito como um menino travesso, portando flechas e asas, que a todos atinge com as suas setas...
“Eros passa a ser o inconsequente Cupido, em muitas versões, filho de Afrodite e Ares, ou de Afrodite e Hermes (Mercúrio)”...

A mais famosa versão sobre o mito de Eros é a do poeta romano Apuleio, do século II d.C., que criou a história de Eros e Psiquê, a Alma...
“É esse relato belíssimo, romântico, épico, de profundo significado alegórico, onde só o Amor pode fazer a Alma feliz, que será contado a seguir”.

Eros e Psiquê, o Amor e a Alma, encontro do princípio universal que rege o mundo...

O Amor Apaixona-se Pela Alma.
“Em um dos muitos templos gregos dedicados a Afrodite, um mortal comentou que uma das filhas do rei era mais bela do que a própria deusa do amor”...

Tratava-se da princesa Psiquê (Alma). Logo o boato da sua formosura espalhou-se por toda a Grécia. Homens de todas as partes vinham para contemplar a beleza da mortal, abandonando de vez o templo de Afrodite.

Ao saber do abandono do seu templo às ruínas, em prol da beleza de uma simples mortal, Afrodite é acometida de violenta cólera e desejo de vingança.

Decide que a princesa Psiquê, responsável pelo desvio dos homens, deverá ser punida. A deusa pede ao filho Eros, que vá até a mortal com a suas flechas do amor, e fira-a de maneira que se apaixone pelo ser mais desprezível de toda a Grécia, fazendo-a uma mulher infeliz...
“Eros desce do Olimpo, com a perversa missão de envolver Psiquê na mais triste e destruidora das paixões... Mas, ao deparar-se com uma mortal tão bela, Eros, é ferido pelas suas setas, apaixonando-se de imediato e perdidamente por Psiquê”...

“Vencido pelo sentimento inesperado de Amor, Eros volta ao Olimpo.  E, mentindo para a mãe, diz à deusa que cumprira a missão. Afrodite sente-se vingada”...

Apaixonado pela bela princesa, Eros não sabe como viver o seu Amor por Psiquê, sem que Afrodite fique sabendo. Envolto pela paixão, ele confessa os sentimentos a Apolo, e o deus promete ajudá-lo...
“Eros, mesmo de longe, faz com que a amada não goste de mais ninguém. Vê suas irmãs desposarem homens ricos, mas, não se convence a amar ninguém. Ela não sabe da existência do Amor de Eros, porém, pressente-o”...

A Alma sente o amor invisível e próximo, e mesmo sem o conhecer ou ver, aguarda e clama por ele. A princesa torna-se prisioneira de uma solidão voluntária...
“Preocupados com o destino da filha, os seus pais procuram o oráculo de Apolo. Dele vem a revelação: Psiquê deverá ser vestida em trajes de núpcias, e depois conduzida para o alto de uma certa colina, aonde terrível monstro, mais poderoso que os deuses do Olimpo, virá buscá-la e fazê-la sua esposa”...

Diante de tão terrível revelação, os pais de Psiquê levam a filha ao local ordenado pelos deuses. Aos prantos e protestos das irmãs, Psiquê é deixada sozinha no local indicado pelo oráculo.

Corajosamente, ela aguarda que se cumpra o seu destino. Espera por horas que lhe venha buscar o monstro que se tornará o seu marido...

O Amor Não Vive Sem Confiança.
Psiquê no jardim de flores do castelo de Eros.

“Sozinha, Psiquê aguarda pelo monstro que a irá desposar. Cansada da espera, a princesa adormece. Zéfiro, a Brisa suave, transporta então a bela princesa adormecida para um bosque cheio de flores”...

Quando Psiquê despertou, viu à sua volta, um riacho de águas límpidas, as mais belas flores, e um imenso e imponente castelo.

De repente, uma voz calorosa e agradável convidou a princesa para entrar no castelo... Conduzida pela mesma voz, Psiquê adentra ao castelo, percorre várias salas e corredores”...
“Envolvida por uma música suave, detém-se então em uma sala, aonde um farto jantar a espera; senta-se à mesa. Não vê ninguém. Aparentemente está sozinha, mas, sente-se observada”...

Assim, solitária, após alimentar-se e a banhar-se, vê a noite chegar. Recolhe-se ao leito e espera que o terrível monstro venha fazê-la sua esposa...
“Protegido pela escuridão, Eros aproxima-se da bela princesa. Envolve-a em ternas carícias, tomando-a para si de forma ardente. Nos braços quentes do amante, dissipa-se nela o medo”...

Psiquê sente-se tranquila. Na escuridão, embora não veja o rosto do amante, sente-lhe o corpo viril e apaixonado. E Psiquê se sentia tão feliz como nunca ousara ser.

Assim passaram-se os dias. Psiquê recebe todas as noites a visita ardente do amado. Não tem medo dele, pelo contrário, mesmo sem ver-lhe o rosto, ama-o cada vez mais...
“No imenso castelo não há mais vestígios da solidão, do medo ou dos conflitos dos sentimentos. No meio daquela felicidade, Eros fez a mulher jurar que jamais lhe veria o rosto, teria que confiar apenas no seu Amor”...

Apaixonada, não foi difícil para Psiquê fazer o juramento. A bela mulher viveu feliz até o dia que pediu a Eros para que pudesse receber as irmãs no castelo, pois as pobres mulheres viviam atormentadas com o triste destino que pensaram, tinha ela seguido.

Eros, mesmo contrariado, permitiu que as cunhadas visitassem a mulher. Quando as duas irmãs encontraram Psiquê tão feliz, baniram imediatamente dos seus corações, a tristeza pelo destino da irmã.

Sucederam-se outras visitas. A cada uma delas, as princesas viam a irmã mais feliz. Esta felicidade passou a incomodá-las profundamente. Tanto, que passaram a pôr dúvidas no coração de Psiquê.

Como poderia saber quem dormia ao seu lado, se nunca lhe tinha visto o rosto? E se fosse o mais terrível dos monstros? Afinal o oráculo de Apolo previra que ele seria um monstro. E se esse monstro a matasse um dia?

Apesar de garantir às irmãs que o marido não lhe parecia um monstro, elas perguntava-lhe se ele era belo e jovem, por que não lhe mostrava o rosto?

A cada visita das irmãs, uma nova dúvida era posta na mente de Psiquê, até que ela deixou o veneno da desconfiança tomar-lhe o coração.

Orientada pelas irmãs, Psiquê deveria preparar uma faca afiada e uma lâmpada de azeite, esperar que o marido adormecesse, iluminasse a sua face com a lâmpada, se fosse um monstro, matá-lo com a faca...
“Invadida pela dúvida, assim agiu a atormentada princesa. Após uma longa noite de amor, Eros adormeceu exausto. Psiquê aproveitou o sono do amado, para acender a lâmpada e ver o seu rosto”.

Quando a luz iluminou a face do amante, Psiquê pôde contemplar não um monstro, mas o mais belo de todos os deuses, o belo filho de Afrodite!

Emocionada, lágrimas rolaram pelo rosto da mulher. Sentia-se culpada por ter quebrado a promessa que fizera ao marido.

Sem querer, Psiquê entornou o azeite quente da lâmpada nas costas de Eros. O deus do Amor acordou com a dor causada pelo azeite quente.

Viu, em um relance, seu rosto iluminado por Psiquê, percebendo o que se sucedera. Triste, Eros levantou-se e partiu, deixando a mulher.

Psiquê ainda tentou correu atrás dele, mas, ouviu-lhe a voz, ao longe, que se afastava e dizer-lhe: “O Amor não pode viver sem confiança”...





A Alma Sacrifica-se Pelo Amor.
“Eros recolheu-se no castelo de Afrodite, para que ela lhe curasse a ferida feita nas costas. Ao saber da verdade, do amor do filho pela mortal, a deusa sentiu-se traída, jurando que Psiquê jamais veria o filho outra vez”...

Abandonada por Eros, Psiquê percorreu todos os oráculos da Grécia, a procura do paradeiro do amado. Mas todos os deuses, temendo à fúria de Afrodite, nada revelaram à bela princesa.

Por fim, Psiquê decidiu buscar a ajuda da própria Afrodite. Foi recebida com escárnio pela deusa do amor. Para dar notícias do filho, Afrodite impôs à triste mulher, várias tarefas impossíveis de serem cumpridas.,,
“A primeira foi a de que, até o fim do dia, Psiquê trouxesse um grande número de grãos de todas as sementes do mundo”... 

A infeliz Psiquê saiu desesperada em busca dos grãos. Ao ver quão impossível era a tarefa para uma mortal, os deuses do Olimpo ficaram comovidos.

Apolo ordenou às formigas que juntassem os grãos em volta da princesa. Assim, após a fadiga da tarefa, Psiquê cumpriu o que lhe ordenara a deusa da beleza.

Afrodite ficou furiosa, pois tinha certeza que Psiquê fora ajudada. Como punição, fez com que ela, a partir daquele dia, passasse a dormir no chão frio, sem qualquer proteção, e como alimento, teria apenas a côdea de um pão duro e velho, para que assim, definhasse e perdesse sua beleza. Psiquê submeteu-se sem pestanejar, a mais esta prova.

Sucessivas e perigosas tarefas foram impostas por Afrodite à pobre Psiquê, que cumpriu obstinada a cada uma delas, sempre ajudada pela compaixão dos deuses, que veladamente vinham em socorro da princesa apaixonada.

Por fim, Afrodite ordenou que Psiquê fosse ao Hades, o mundo dos mortos, e pedisse a rainha daquele reino, Perséfone (Prosérpina), que pusesse numa caixa um pouco da sua beleza, para que se recuperasse a deusa do amor das longas noites de vigília a cuidar da ferida do filho.
“Psiquê levou dias para descobrir o caminho dos infernos. Com perseverança, contou com a ajuda de todos aqueles que lhe cruzavam o caminho.

Comovida com o sofrimento da jovem, Perséfone, a rainha dos infernos, entregou a caixa da beleza a ela, para que a levasse até Afrodite.

Quando voltou ao mundo dos vivos, Psiquê sentiu-se esgotada. Olhou-se em uma fonte. Estava fraca, envelhecida, perdera a beleza. 

Pensou que Eros jamais voltaria a olhar para ela vendo-a daquele jeito. Atormentada por esta ideia, Psiquê decidiu não cumprir aquela tarefa imposta por Afrodite.

Abriu a caixa que trazia um pouco da beleza de Perséfone, para que pudesse recuperar um pouco da sua, pensando assim, evitar que Eros a abandonasse quando a visse outra vez.

Ao abrir a caixa, uma grande maldição pousou sobre a infeliz princesa, que foi acometida de um sono profundo, caindo adormecida sobre as flores do bosque...
“Recuperado da ferida, Eros fugiu à vigilância de Afrodite, decidido a procurar pelo amor perdido. E  Eros encontrou Psiquê adormecida no bosque, ao lado de uma fonte.

Aproximou-se, aprisionando o sono da morte que a envolvia, dentro da caixa de Perséfone. Depois tocou a amada com uma das suas flechas de ouro, fazendo com que despertasse.

Ao ver novamente o rosto do amado, Psiquê sorriu-lhe emocionada, atirando-se nos seus braços. Ao saber de todos os sacrifícios que ela fizera pelo seu amor, Eros decidiu desposá-la para sempre.

Pediu a Zeus que tornasse a mulher imortal. O senhor do Olimpo atendeu ao pedido do deus, e deu ele mesmo a ambrosia da imortalidade para que a bela jovem bebesse...
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“Quando Afrodite quis impedir a união do filho, já era tarde. Psiquê tornara-se imortal, e já nada se poderia fazer contra ela”.

O Amor cobiçara a mortalidade da Alma, apaixonando-se por ela, fazendo-a imortal. Amor e Alma estavam unidos para sempre, imortais que eram, só um poderia fazer o outro feliz e completo...
[Fonte: 'Segunda-Feira, 9 de Março de 2009. Eros e Psiquê'. https://virtualia.blogs.sapo.pt/23963.html/ https://anjosensinosluz.blogspot.com/].
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