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“Só nas Escolas de Sabedoria
se aprende a conhecer a Deus, a natureza e o homem, e se trabalha desde
milhares de anos no silêncio para adquirir o mais alto conhecimento, a união do
homem com a natureza pura e com Deus”. (Karl von Eckartshausen - ‘A Nuvem sobre o Santuário’). [Ver: 'A Escola Universal de Sabedoria'].
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“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem”... (Saint-Exupéry).
MEDITAÇÃO DO DIA - ('I Ching': Oráculo Chinês de Sabedoria).
"Agentes espirituais", que designo de 'Anjos da Sincronicidade', podem nos dar ajuda e orientação através de o 'I Ching' em momentos difíceis de nossas vidas, conforto espiritual e sabedoria para reflexão e uma decisão... (Campos de Raphael).
"Este livro lança uma nova luz em muitos segredos ocultos no modo de pensar tantas vezes enigmático desse sábio misterioso, Lao-tse e seus discípulos"... (C.G. Jung).
[Cf. 'I Ching' - 'O Livro das Mutações', p. 3. Pensamento].
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Escolha a música que aquiete a mente e 'fale' ao seu coração...
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‘Merlin’s Magic’. Angelic Heavenly. (1h:02).
'Bicos de papagaio', dores de coluna, articulações, pedras nos rins? Podem provir da carência de magnésio no seu organismo! Conheça o segredo médico revelado pelo experiente Clínico, Dr. Luiz Moura:
1º. O Cloreto de Magnésio. (Dr. Luiz Moura).
Localização de Rio das Ostras/RJ. (Mapas Google).
A REENCARNAÇÃO DO MICROCOSMO - (Jan van Rijckenborgh).
"Nas explanações que se seguem, empregamos o termo 'reencarnação' (ou reincorporação) para designar o processo de ligação à Roda do nascimento e da morte, no qual o microcosmo deve acolher, de novo e sempre de novo, uma outra personalidade no seu campo de manifestação esvaziado". (*).
(*) 'Microcosmo': o termo usado por Jan van Rijckenborgh designava, a nosso ver, o ser interior imortal, pois o microcosmo do qual somos parte, é uma partícula perfeita do macrocosmo divino. Já Carl Jung designava de 'Selbst' (ou 'Self'), este ser interior imortal, ao invés de 'microcosmo'. Ambos, porém discerniam a diferença entre a personalidade ('persona' ou máscara) humana mortal, e o ser interior divino... Talvez só os alunos mais próximos sabiam que Rijckenborgh reconhecia Krishnamurti e Carl Jung como obreiros da Fraternidade da Vida, que Rijckenborgh procurou servir -, e sua vida de trabalho testificou disso. Quanto a Jung, viemos a reconhecê-lo como obreiro da Fraternidade, quando uma série de eventos sincronísticos afastou-nos da antecâmara da Rosacruz Áurea, e 'O Segredo da Flor de Ouro' de Carl Jung abriu-nos outra porta para dar continuidade ao nosso Caminho espiritual e alcançar uma compreensão e visão mais ampla sobre os acontecimentos inesperados e o propósito maior por trás de nossas vidas... (Campos de Raphael).
"Reencarnação" não é, pois, expressão correta para indicar esse processo de substituição no microcosmo, porque através da morte a personalidade mortal é totalmente desintegrada e, assim, está fora de cogitação que o homem mortal precedente retorna numa nova forma. Nesse sentido, não há continuidade após a morte!
O leitor encontrará nos livros 'O Advento do Novo Homem'. e 'A Gnosis em Sua Atual Manifestação' [da Editora Rosacruz Áurea], explicações complementares a respeito. No decorrer do presente estudo, entretanto, deve levar em consideração que, ao falarmos em 'reencarnação' ou processo de reencarnação, etc, estamos sempre designando a manifestação de uma personalidade, inteiramente nova, no microcosmo submetido às leis do mundo dialético.
Como já comentamos no capítulo anterior, o estrato dialético compõe-se de duas esferas: a esfera terrestre e à do Além. A morte não libera o homem do estrato dialético; ele somente passa de uma esfera para outra; e com a mesma inexorabilidade com que a morte o atinge na esfera material, assim também o desenvolvimento na outra esfera [à astral] impele o microcosmo à reincorporação, ao acolhimento de um novo corpo, porque no além o homem dispõe apenas de um organismo incompleto.
Inúmeros círculos esotéricos consideram a reencarnação um ensino especificamente oriental. No entanto, fato é que nos seis primeiros séculos de nossa época era admitida pelo Cristianismo. Numerosos padres da Igreja a ensinavam e somente no Concílio de Constantinopla, em 553 d.C. foi repudiada, por razões de ordem político-religiosa, e sua divulgação considerada herética e invalidados certos documentos espirituais.
Não há razão para se deplorar esse fato, pois, ao lado de seu aspecto extremamente libertador, existe nessa doutrina um grande perigo. De certo modo, talvez tenha sido bom que a Igreja tivesse banido tal ensinamento e feito desaparecer do seu cânone todos os escritos sagrados, autênticos, que falavam disso abertamente. Assim sendo, a Bíblia em sua forma e composição atuais, não fala abertamente de reencarnação; a consciência gnóstico-esotérica, porém nela encontra numerosas sentenças diretamente ligadas a essa concepção (*). [(*) A passagem bíblica de a 'cura do cego de nascença' deixa claro que os discípulos receberam esse conhecimento de Jesus, quando perguntaram: "Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?" (João 9.2). Eles queriam saber se sua cegueira de nascença era proveniente de algum resgate kármico... (Campos de Raphael)].
"Todavia, é bom que não nos tornemos vítimas, por escravização à letra, da doutrina reencarnacionista, a qual tem causado grandes e inúmeros danos às práticas religiosas orientais. Aqui no Ocidente já temos tanta calamidade e tanta degradação em matéria de religião, que essa pequena vantagem bem que nos pode ser dada como compensação" - salienta Jan van Rijckenborgh.
A fé superficial, ignorante e dogmática na reencarnação é, efetivamente, um tremendo perigo. Tende a suscitar na vida um estado negativo, que leva à indolência, enfraquece o senso de responsabilidade e faz perder a noção da realidade; além disso, intensifica a inclinação do homem para se manifestar na dialética. Eis por que, a nosso ver, foi bom que ao menos esse dogma nos tenha sido poupado no Cristianismo.
Devemos compreender que a fé na reencarnação não nos faz avançar um passo sequer na direção da verdade, ou à solução do mistérios da vida; nisto, só a noção clara do porquê, em direção a quê, e mediante o quê, pode ajudar-nos. Assim, a doutrina da reencarnação só tem importância para aqueles que a compreendem inteligentemente. Sentimo-nos gratos por não ter que apresentá-la como dogma, o que, alias, em matéria nenhuma o fazemos.
Se o nosso coração está preenchido de verdadeira devoção religiosa, se não estamos apegados a nenhuma forma de devoção em particular nem, por exemplo, aceitamos a Bíblia como uma autoridade, mas, anates de tudo, buscamos o espírito que vivifica, e se esse espírito vivificador tornou-se uma premente necessidade interior para nós, então, necessariamente devemos acreditar moral e racionalmente na reencarnação!
Se, de fato, uma única vida devesse determinar a nossa eternidade, todos os seres humanos deveria nascer em absolutas condições de igualdade, porque um Deus de perfeito Amor deveria possibilitar a todos iguais oportunidades!
Ora, sabemos que esse não é o caso, pois as oportunidades desiguais são tantas quanto o número de homens. As diferenças são tão flagrantes que se torna desnecessário insistir-se muito nisso. Ao lado das desigualdades sociais e econômicas, deve-se ainda levar em conta as inúmeras diferenças provenientes do corpo, da alma e da consciência; enquanto uma pessoa é saudável, forte, inteligente, outra é doentia, disforme e pouco inteligente; uma pode desenvolver-se em condições totalmente favoráveis, enquanto outra terá que contentar-se com espinhos, etc..
"Eis por que, mesmo desprezando todos os outros motivos, desde que estejamos persuadidos da existência de um Deus de Amor, Perfeição e Justiça, temos que nos convencer de uma existência precedente, na qual se encontram as causas de nossa atual situação, e de por que nova existência deve seguir-se a esta. Somente essa fé racional pode evitar que violentemos nosso sentimento religioso. Qualquer outra forma de crer é cruel, desprovida de inteligência e um perigo para a humanidade"...
"Após tais dissertações, podemos dizer que essas coisas não mais constituem motivos de controvérsia para o estudante gnóstico. Este pode constatar, de modo totalmente diverso, que os homens iniciam e vivem a vida partindo de bases absolutamente desiguais, com oportunidades e possibilidades também diferentes"...
Poderia também descobrir tudo isso pela astrologia. Mas, evidentemente, não se detém nesse tipo de provas, porém, procura galar um degrau superior e assim alcançar o conhecimento de primeira mão. Só o conhecimento direto, de primeira mão, é libertador. Todavia, uma síntese filosófica racional e moral, bem como uma devoção religiosa pura, deve aqui servir de base.
Partimos do ponto de vista de que, se aceitamos a Onipotência e Amor divinos como uma realidade, devemos encarar esta vida como resultado de causas anteriores. A pesquisa gnóstico-esotérica prova ser incontestável a reencarnação. A reencarnação é um fato!
A objeção ortodoxa no sentido de que "vistas assim, as coisas são muito fáceis: se eu não chegar hoje, chegarei talvez amanhã", é absurda. A pesquisa prova claramente o contrário, ou seja, que nada nos é concedido de graça e o desejar muita comodidade acarreta resultados negativos concordantes com esse estado de espírito.
O processo de reencarnação do microcosmo pode ser comprovado pela pesquisa gnóstico-esotérica, a qual nos demonstra que a reencarnação é uma lei provisória, consequência de nossa Queda. É uma lei dura, porém, clemente, pois mantém o homem em estado de manifestação e o coloca diante de tarefa não muito pesada.
Já vimos, precedentemente, que a vida aqui embaixo não pode ser mantida, em consequência de distúrbios nos processos físico-químicos de assimilação e desassimilação das substâncias vitais (metabolismo) em nosso organismo...
"O contínuo retorno à morte prova que a grande lição que devemos aprender por nossa existência aqui não foi ainda aprendida, e o homem ainda não deu início ao grande processo de regeneração. Com efeito, a lição deve ser aprendida aqui, porque somente aqui possuímos a tríplice forma corpórea completa, segundo a consciência, a alma e o corpo".
Ora, é desse nosso estado que o novo corpo, o corpo celestial, o corpo glorioso, deve ser construído. O velho corpo efetivamente é o veículo por meio do qual o corpo imperecível deve ser erigido. O processo de regeneração deve começar onde a degradação foi consumada.
1. Eis por que o homem [ou seja, o microcosmo divino] está ligado à Roda.
2. Eis por que sempre se segue nova manifestação de personalidade após a morte.
3. Eis por que essa nova manifestação de personalidade representa sempre nova oportunidade de libertação para o microcosmo.
"Só quando o homem aprende a construir seu corpo celestial e progride nessa construção é que chega o momento em que se libera da roda. Sua morte, então, será o ressurgir no Reino dos Céus, na Ordem de Deus, e não o ingressar no Além, na outra esfera do estrato dialético; para ele o Além é, quando muito, o lugar por onde atravessa antes de ingressar na verdadeira liberdade da Ordem de Deus"... [Extraído de 'Introdução à Filosofia da Rosacruz Áurea', p. 73/78. 4a. edição. 1988 (*). Original holandês: 'Elementaire Wijsbegeerte van het Moderne Rozekruis'. Jan van Rijckenborgh].

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