sábado, 24 de maio de 2014

Anjo ao Volante do Limpa-Neve Amarelo - (Kelsey Tyler).

“Eis aqui um teste para verificar se a sua missão na Terra está cumprida: Se você está vivo, não está”... (Richard Bach). [‘Ilusões’, p. 133. Record].


 Happy Birthday

(*) Antes de nascer, você eu já vivemos. E as características do Anjo da Guarda do dia de nosso nascimento físico, pode revelar o que viemos fazer neste "campo quântico de possibilidades": expandir a consciência da "criança divina" -, 'Deus em nós', o Self imortal. Mas esquecemos nossa origem divina ao adentrar a veste física, qual a missão escolhida e as lições a ser apreendidas no embate das "forças dos opostos"... Mas, NOTE BEM: Embora a infância seja pré-determinada, é-nos dado mudar o rumo da vida, na adolescência e vida adulta - para o 'bem' ou o 'mal'; para baixo ou o Alto... "Destino" é fruto de tudo aquilo que, no hoje vivente, você escolhe! (Campos de Raphael).


Música suave atrai a presença dos Anjos... Escolha abaixo àquela que aquiete a mente e fale ao seu coração. Pare e a escute... Reabra o portal e ouça sua música durante a leitura:
‘El Sentido de la Vida’.Music Meditation. (4h:16).

DICAS DE SAÚDEDores de coluna, artrite, pedras nos rins?!  Pode ser carência de magnésio! Veja o depoimento do experiente Clínico, Dr. Luiz Moura:


"Citarei a verdade onde a encontrar" - (Richard Bach)

Anjo ao Volante do Limpa-Neve Amarelo - (Kelsey Tyler).
“No inverno de 1972, a vida era exatamente como Dennis O’Neil queria que fosse. Ele vinha se preparando para o sacerdócio desde que concluíra o colegial há onze anos, e agora estava a apenas um ano da ordenação”...

Nesse inverno, servia como diácono numa paróquia de um subúrbio a noroeste de Chicago, Illinois. Como seu trabalho o mantinha em permanente contato com os paroquianos, ele estava desenvolvendo seu dom natural para ajudar as pessoas a ficarem cada vez mais próximas de Deus. Sabia que havia feito o que era certo para ele, seguindo a carreira sacerdotal.

Uma noite, um pouco antes da meia-noite, Dennis estava dirigindo seu carro para o sudeste, em direção a Chicago, durante uma repentina nevasca. Ao chegar ao cruzamento das vias expressas Kennedy e Edens – uma encruzilhada para onde convergiam mais de oito pistas -, seu carro bateu num pedaço de gelo da cor do asfalto, e começou a rodopiar, fora de controle.

Dennis pisou nos freios com força, mas o caro continuou a girar cada vez mais rápido, deslizando em direção ao intenso tráfego que se aproximava. Embora o carro continuasse rodopiando violentamente, ele conseguiu ver um Volkswagen que estava prestes a colidir com seu carro. O outro veículo estava tão próximo que Dennis pôde ver nitidamente o motorista, mesmo com a neve que caía. Ele fechou os olhos, concentrando-se naquilo que seria por certo violento e doloroso impacto...
- Seja o que Deus quiser! – pensou consigo mesmo. Mas nada aconteceu. Abriu os olhos devagar e viu que seu carro, inexplicavelmente, havia parado de girar. Bem à sua frente estava um grande veículo amarelo próprio para remover a neve, o qual, de algum modo, evitara que Dennis fosse atingido pelo Volkswagen ou por qualquer outro veículo...

O motorista, um homem de meia-idade, com olhos castanhos cheios de vida e usando um boné de beisebol, fez sinal para Dennis de que tudo estava bem e que iria bloquear o trânsito até que ele estivesse pronto para prosseguir.

Por algum motivo, nos instantes em que ficou parado em meio a uma total confusão, Dennis sentiu um estranho silêncio. Até o fluxo do tráfego que passava de ambos os lados parecia não fazer qualquer barulho.

Dennis moveu-se lentamente para frente, fazendo seu carro voltar à posição correta. Antes de se afastar, olhou no espelho retrovisor e viu o motorista do limpa-neve acenando de modo a tranquilizá-lo. Dennis acenou de volta e então seguiu seu caminho.

Momentos depois, seu corpo começou a tremer incontrolavelmente, ao se dar conta de como estivera próximo de um grave acidente de carro. Quanto mais pensava no incidente, mais ele tremia, sem conseguir entender o que havia acontecido...
De onde viera o veículo amarelo? Como aquele limpa-neve desengonçado conseguira ficar entre ele e os outros carros que se aproximavam? Por que nenhum daqueles carros havia se chocado com ele, antes que o motorista do limpa-neve pudesse posicionar seu veículo em segurança na frente do seu?!

Finalmente, quando seu corpo começou a relaxar, Dennis compreendeu que havia apenas uma resposta: a mão de Deus o tinha protegido da morte certa. Com esse pensamento, uma sensação de paz o invadiu.

Passaram-se sete anos e Dennis – nessa época padre O’Neil – nunca esquecera como Deus o havia ajudado naquela noite fria de inverno.

Um dia, quando era padre na Igreja de São Tomé Apóstolo, em Chicago, padre O’Neil pediu aos alunos de uma classe da oitava série que contassem sobre as ocasiões em que Deus interviera em suas vidas. Como exemplo, ele contou sua história a respeito do limpa-neve...

- Desde aquele inverno de 1972, o limpa-neve tem sido para mim um símbolo do amor e da proteção de Deus – disse ele a um grupo de jovens de olhos arregalados...
No dia seguinte, numa incomum tarde quente e perfumada de maio, padre O’Neil estava dirigindo seu carro para a casa de um amigo, vindo do centro de Chicago, quando de repente o pneu direito dianteiro do veículo estourou.

Embora fosse a primeira vez que isso acontecia com ele, sabia como trocá-lo. Cuidadosamente, levou o carro para a lateral da estrada, e estacionou, olhando pelo retrovisor antes de abrir a porta.
Lá atrás, saindo da estrada estava um grande limpa-neve amarelo. Ele não se lembrava de ter visto esse veículo na via expressa; não havia entrada para a rodovia a mais de um quilômetro e meio.

Padre O’Neil permaneceu dentro do carro, observando o limpa-neve e seu motorista, sem conseguir imaginar de onde qualquer um dos dois tinha vindo. Lentamente, o motorista saiu do carro e encaminhou-se para o padre. Ele tinha olhos castanhos vivos e bondosos, usava um boné de beisebol e sorria calmamente. Antes de ouvi-lo falar, padre O’Neil sentiu uma tranquilidade silenciosa emanando daquele homem.
- Está tudo bem? – perguntou ele.

- Sim, obrigado – disse padre O’Neil rapidamente. – O pneu estourou, mas  posso trocá-lo.

- Está bem, seguirei o meu caminho – disse o homem, assentindo com a cabeça e tocando a aba do boné.– Eu queria apenas me certificar.

O homem, então, voltou-se e subiu para dentro do limpa-neve. Ao se afastar, acenou mais uma vez para o estupefato padre.

Padre O’Neil não sabe exatamente quem era o motorista do limpa-neve amarelo, nem como um grande veículo de inverno apareceu na rodovia expressa Dan Ryan no final daquele mês de maio.

“Mas continua convicto como sempre estivera, de que Deus sempre zela por ele, onde quer que ele vá, usando vários meios para garantir sua proteção. Usando até mesmo, o que é totalmente possível: um anjo ao volante de um grande limpa-neve amarelo”... [Extraído de ‘Há um Anjo ao seu Lado’, p. 79/82. Kelsey Tyler. Pensamento. Título original: There’s an Angel on Your Shoulder. Angel Encounters in Everyday Life. 1994]

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