sábado, 9 de novembro de 2013

A Pena Branca de Anne & A Estrela da Crença em Si Mesmo. ('Anjos: Acreditar e Receber').


 
 “Dentro de cada um de nós existe um poder superior, que contém todas as respostas de que precisamos... Esse poder é nosso 'Anjo interior'. Na verdade, somos 'anjos em treinamento', e estamos na Terra  especificamente por causa da intenção divina de elevar-nos ao domínio dos Anjos”. (Emmanuel Swedenborg). [Cf. Anjos: Acreditar e Receber', p. 18. Larousse. 2008]
Os anjos apreciam música suave. Escolha abaixo. Minimize e reabra o portal. E ouça enquanto lê:
Guardião do Dia: ‘HEKAMIAH’ – ‘Deus Criador do Universo’. Este anjo protege os nascidos em 09/11, 21/01, 04/04, 16/06 e 28/08. “Favorece as pessoas que ocupam posições de comando, ajudando a combater os tratantes, obter vitória e libertar os oprimidos, Influencia a coragem e a fidelidade”. Quem nasce nessas datas, "tem uma aura natural de paz. Sua sinceridade é refletida através da nobreza e autoridade da sua personalidade e prestígio"...

Profissionalmente: "Pode fazer sucesso trabalhando no legislativo, corte suprema, justiça e, por sua grande facilidade em falar diferentes idiomas, em atividades ligadas à cultura. Poderá exercer também profissões relativas a finanças, mercado financeiro, jornalismo, relações públicas, comunicações ou aquelas ligadas à arte, beleza e estética". [Fonte: 'Anjos Cabalísticos' e 'A Magia dos Anjos Cabalísticos'. Monica Buonfiglio]. 


 Clic e saiba mais: HEKAMIAH - 16º Anjo. Categoria 'Querubins'.  Ou em:  viverempaz.com.

QUERUBINS': Os anjos desta categoria, em sua representação mais conhecida, são retratados pelos pintores renascentistas com o rosto de bebês, com asas, bochechudos, nus e sorriso sapeca nos lábios. "Aqueles que são regidos pelos querubins são sinceros e tentam sempre reconciliar as pessoas. São amigos verdadeiros e transparecem isso em seu comportamento". [Fonte: 'Anjos: Tudo o Que Você Queria Saber'. Claudia Maria Janssen. Universo dos Livros].
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 A Pena Branca de Anne - Aprender a Desapegar-se.
"Anne estava tendo enorme dificuldade para aceitar a morte de seu pai muito querido, Robert. A doença dele tinha sido dolorosa, e o vazio deixado no coração de Anne era grande. Uma maneira que ela encontrou de lidar com esse sentimento foi visitar diariamente sua irmã. Meses se passaram, e a tristeza, e a tristeza dela não cedia"...

Um dia, sua irmã sugeriu fazerem uma caminhada, e Anne concordou. As duas penetraram fundo na paisagem do campo e, de repente, viram uma árvore enorme e muito bonita. Anne ficou emocionada ao descobrir, em sua base, uma grande pena branca. Apanhou-a, colocou-a na bolsa e levou-a para casa. Prometeu guardá-la, confiante em que aquilo fôra um sinal dos anjos.

Cinco anos mais tarde, a vida de Anne estava num momento de grande confusão, e ela percebeu o mesmo estado de nervosismo, uma vez mais. Dessa vez, ela estava pestes a partir para uma viagem à região dos lagos.

Após arrumar as malas e limpar a casa toda, descobriu, para seu espanto, uma enorme pena branca sobre o pequeno tapete da cozinha, num  lugar que ela havia acabado de limpar. Apanhou-a e experimentou uma grande sensação de calma.

“Sabia que, uma vez mais, os anjos estavam por perto, quando ela mais precisava deles. Confiar nos anjos tornou-se uma parte importante da vida de Anne”... [Cf. ‘Anjos: Acreditar e Receber’, p. 88/89. Larousse].



A Estrela da Crença em Si Mesmo

“O universo sempre nos apoiará quando nos comprometermos com uma certeza e confiança, ilimitadas. Então, dentro de nós, encontraremos os recursos de que precisamos para passar a um campo de ação mais abrangente”. [Cf. Anjos: Acreditar e Receber', p. 21. Larousse. 2008]


“A crença em si mesmo é um dos elementos que compõem uma vida feliz. Para desfrutar de uma existência plena e positiva, e a fim de criar uma mudança benéfica no mundo ao nosso redor, precisamos primeiramente acreditar em nós mesmos”.

Se isso acontece, e se os anjos estão presentes para nos ajudar, o céu é literalmente o limite daquilo que podemos conquistar. No entanto, para poder alcançar a crença em nós mesmos, talvez tenhamos de trabalhar um pouco mais para mudar internamente.

A expressão “você é o que você come” talvez lhe soe familiar. Vamos dar um passo adiante, dizendo “você é o que você pensa”. A mente é uma ferramenta muito poderosa, pois tudo o que [pensamos] fazemos ou dizemos para por mudanças em prática, tem origem em um simples pensamento.

Assim, é importante identificar o que desejamos mudar ou conquistar na vida, pois as coisas acontecerão de acordo com aquilo que tivermos em mente. Para fazer com que nossos pensamentos levem a mudanças positivas, temos de baseá-los em uma poderosa crença em nós mesmos...

“Se você cometeu erros, há sempre uma nova chance... Você pode recomeçar no mento que quiser, pois o que chamamos ‘fracasso’ não é a queda, mas o estado de desânimo”. Mary Pickford. (Atriz. 1893-1979).


No entanto, nossas experiências passadas podem indicar que, de início, carecemos da convicção de que podemos atingir os nossos objetivos, e talvez precisemos deixar para trás certos padrões de pensamento negativo que nos impedem de progredir.

Se emitirmos vibrações positivas [e cada pensamento emitido libera certa energia a nosso redor], não só estaremos enviando as mensagens certas para os outros, como poderemos convencer a nós mesmos, no meio desse processo!

Para muitos de nós, quando as coisas começam a parecer meio difíceis, aqueles sentimentos de dúvida que nos são familiares ganham terreno dentro de nós. É nesse momento que precisamos afastar os pensamentos negativos de nossa mente e entender o conceito de que, se acreditarmos em nós mesmos, os objetivos que temos serão completamente realizáveis, e receberemos a ajuda necessária para alcançá-los...


Quais são seus objetivos na vida? Eles estão relacionados à sua carreira? Sua vida pessoal está merecendo atenção especial? Uma vez que tenha objetivos claros em mente, você poderá trabalhar para atingi-los. O processo demanda paciência e alguma perseverança, como você verá neste capítulo – afinal, se você duvidou de si mesmo por muitos anos, talvez leve um tempo para recuperar a crença em si mesmo.

E afim de se automotivar, pare um momento e considere a seguinte pergunta: Quando o filme de sua vida for projetado no final desta viagem - [e quem passa por ‘experiência de quase-morte’ vê esse filme] -, você quer que seja um documentário tedioso e previsível? Então, por que deixar de fazer dele um épico estimulante e cheio de provas de que seus dons foram bem utilizados, além de registro do verdadeiro apreço que você sente pelo mundo ao seu redor, pela Natureza e pelas pessoas?!

Ao explorar a crença em si mesmo, você encontrará formas de transformar o modo como se sente em relação a si mesmo. Descobrirá como dar prioridade a seus objetivos e então atingi-los, enquanto aprende a identificar suas verdadeiras paixões na vida, e assim atrair novas oportunidades para si. Então, deixe de ter medo de lançar-se em direção ao futuro – isso não passa de uma mudança!
Dica especial do Anjo

“Para fortalecer sua ligação com o paraíso, saia de casa e olhe para o céu numa noite clara e cheia de estrelas. Escolha uma estrela ou constelação, e torne-a sua. Saiba que toda vez que você contemplar esse corpo celestial e pedir aos anjos que estejam a seu lado, uma resposta positiva aparecerá. Esta prática ajudará você a encorajar-se sempre que precisar de estímulo”. [Cf. ‘Anjos: Acreditar e Receber’, p. 13/19. Glennyce S. Eckersley e Gary Quinn. Larousse. 2008].


 Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).












sábado, 2 de novembro de 2013

ANJOS & ENCONTROS COM SERES DE LUZ - (Paola Giovetti).

“Não há estrela, por menor que seja, / de quantas aí contemplas, que em seu curso /não cante como um Anjo, em consonância / com os Querubins dotados de olhos moços./ Na alma imortal essa harmonia existe./ Mas enquanto estas vestes transitórias / de argila a envolvem muito intimamente,/ não podemos ouvi-la”. (Shakespeare). [‘O Mercador de Veneza’ ].
 Clic nos anjinhos e descubra o seu Anjo da Guarda!Clic nos Anjinhos e descubra o seu Anjo da Guarda!Conheça o Anjo da Guarda de seu aniversário. (Clic)
  Mensagem Angélica aos Que Aniversariam Hoje.
Ouça música de fundo enquanto lê. Escolha uma delas.
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Guardião do Dia: ‘HAZIEL’ – Categoria 'Querubins'. 'Haziel significa ‘Deus de misericórdia’. Palavra-chave: Obediência. Protege os nascidos em 02/11, 14/01, 28/03, 09/06 e 21/08. Quem nasce nessas datas sabe compreender e não julgar os erros dos outros. Sabe que as experiências dolorosas acontecem para o crescimento e que a vitória do dia-a-dia valorizada. Nos momentos mais difíceis contará com a Providência divina. Devido a sua atuação brilhante na realização de trabalhos importantes, terá proteção de pessoas mais velhas e influentes. Seu anjo favorece a graça Divina. Domina a bondade e a reconciliação; influencia e facilita ganhos de causa para as pessoas inocentes. A espiritualidade de seus protegidos é alcançada através da consciência.

Profissionalmente: "Poderá obter sucesso como político, advogado, juiz, escritor ou político". [Fonte: 'Anjos Cabalísticos' e 'A Magia dos Anjos Cabalísticos'. Monica Buonfiglio]. 

Clic e saiba mais: 'Anjos Cabalísticos' - Monica Buonfiglio. 'Haziel' - 9º Anjo - Categoria 'Querubins'. Ou em:  viverempaz.com. 
"Ninguém nasce para sofrer; nasce para aprender".
(Campos de Raphael)
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 Anjos & Encontros com Seres de Luz – (Paola Giovetti).
"Quão e efêmeros os prazeres que desfrutamos! / Tal qual espectros que vislumbramos. / Mas aqueles que cedo são chamados / São os mais fortes e raros - / Como visitas de anjos, breves e iluminadoras; / A mortalidade é frágil demais para detê-los". - John Norris ('The Parting' ).

"Em muitos casos narrados pelo Dr. Raymond Moody, as crianças se encontram com um ser de luz que lhes pergunta se preferem ficar ou voltar à Terra; e elas sempre escolhem voltar para ver suas mães. Os seres de luz concordam com suas decisões"...

Outros pesquisadores que lidaram com experiências dessa natureza registraram encontros com seres de luz com papel muito semelhante ao dos anjos.

Kenneth Ring, professor de psicologia da Universidade de Storrs, em Connecticut, fez importantes pesquisas sobre experiências de quase-morte. Ele, que também encontrou centenas de pessoas que tiveram esse tipo de experiência, reuniu os relatos de encontros com anjos, sobre os quais fala em seu livro.

Como exemplo, eis um evento bastante interessante que ocorreu em 1954 com uma jovem de 22 anos. Depois de seu segundo parto (quando teve uma menina), sua vida ficou em perigo por causa de uma séria hemorragia e problemas respiratórios.
Subitamente, Ann (era este o seu nome) sentiu “(...) que estava sendo puxada (para cima, não para baixo) por uma força muito intensa, saindo da sala na direção de uma luz brilhante que de início parecia muito distante, mas para a qual ‘voei’ rapidamente. A dor ficou para trás... Subitamente parei e me senti deitada e absolutamente imóvel, como se flutuasse no ar... Era algo absoluto, perfeito, maravilhoso”.

“Não sabia onde estava, mas nem me preocupava –poderia ficar ali para sempre! Estava sozinha, mas não me sentia só. Foi quando ‘soube’ que ele vinha em minha direção, desde um ponto inimaginavelmente distante (...) Ele chegou até mim com uma velocidade estonteante, atravessando o universo... Eu estava em um mundo... de completo nada, a não ser eu mesma. A luz brilhante que vira no início me envolvia completamente, mas não estava mais brilhante – estava suave, repousante... senti-me muito confortável ali”.
 
Ela achou que alguém estava se aproximando dela. E ‘soube’ o momento exato em que ele superou os limites do mundo (ou estado de consciência) em que estava... “Aproximou-se de mim pela direita. Em poucos segundos entrou em ‘meu mundo’, distante dele centenas de milhares de anos-luz... viajou até o meu lado e me tomou pela mão direita”.
“Quando pegou minha mão, soube imediatamente que ele era o maior amigo que poderia ter. Percebi também que eu era alguém muito especial para ele. O impacto desse contato de mãos excede qualquer coisa que eu tivesse sentido na Terra, em vida. Nosso encontro foi ‘compreendido’, ‘sentido’, e não visual”.
Sem qualquer comunicação verbal, ele ‘me disse’ que viera buscar minha filha. ‘Minha filha?’ - perguntei quase não conseguindo conter minha alegria e felicidade com a notícia de que um de meus próprios filhos iria voltar com ele! ‘Sabia’ que era uma honra ser a mãe de uma criança muito, muito especial, e estava muito orgulhosa de ter escolhido minha filha. (Estávamos discutindo a vida, e não a morte dela!) Era uma oportunidade fantástica para minha filha, e nunca me ocorreu não entregá-la a esse homem...
“Só então me dei conta de que minha filha não estava comigo, e comecei a chorar pela decepção de perder uma oportunidade tão maravilhosa... Era uma mãe sem seu bebê... Ele apertou a minha mão com amor e compreensão, assegurando que eu era mãe de uma menina que, por qualquer motivo, estava atrasada”.
Com um gesto, esse ‘homem’ se posicionou de tal maneira que ela pôde ver as enfermeiras, o médico e a criança na sala de parto. O médico estava examinando o bebê e colocou-o sobre uma máquina semelhante a uma balança que indicaria a duração de sua vida (no lugar de seu peso!). Ela viu que a máquina estava com defeito e errada a leitura obtida. O médico disse que o bebê viveria 80 anos. Entretanto o homem que estava com ela disse que a máquina estava errada, pois o bebê viveria apenas quatro dias.
- “Vou avisá-lo de que a balança está quebrada” – disse Ann.
- Não poderá avisá-lo porque ao retornar você se esquecerá de tudo.

- “Não quero voltar, quero ficar com você!”
- Não será possível. Eu vim para buscar sua filha. Seu tempo não é chegado ainda. Deve voltar.

- “O que acontecerá com meu bebê?”
- Voltarei para buscá-lo daqui a quatro dias.

Essas palavras encheram Ann de alegria. A promessa fez com que ela se sentisse pronta para voltar e esperar a sua vez. Concordou que a filha a precedesse.
- “Avisarei que a balança não funciona...”

- Você não se lembrará. A maioria das pessoas se esquece desse lugar quando volta. E ainda que você se lembre, não acreditarão. Talvez seja melhor esquecer.
- “Vou me lembrar... Tenho que me lembrar...”

Ele soltou sua mão e ela foi ‘caindo’, descendo rapidamente até recuperar a consciência; uma enfermeira estava pronunciando seu nome e dando-lhe tapas no rosto. Quando abriu os olhos, a enfermeira lhe mostrou o bebê. Ann soube que esteve em situação crítica. Achou que deveria dizer algo a seu médico a respeito do bebê, mas não lembrava o que poderia ser.
Dois dias depois, o médico detectou uma forte hemorragia cerebral e, na manhã do quarto dia, o bebê morreu. Ann recordou-se então da experiência celeste e ficou radiante de alegria, o que ninguém conseguiu explicar. Apenas seu marido, que era médico e ouvira falar de casos semelhantes narrados por alguns de seus pacientes (embora em 1954 pouco se falava a respeito), deduziu que se tratava de uma experiência de quase-morte. Essa ideia também o consolou da perda do bebê.

Ann escreveu ainda ao Dr. Ring: “O lugar em que o ‘homem’ pegou minha mão e disse que viera busca minha filha foi o maior e mais importante fato da minha vida. Não sei quem ele é, mas não importa. Sei que existe...”
Depois de Tari (o nome do bebê),Ann teve mais três filhos. O marido morreu seis anos depois e seu primogênito foi morto em acidente automobilístico aos 25 anos.

“Minha dor foi suavizada e abreviada em ambas às ocasiões” – escreveu Ann ao Dr. Ring – “e as pessoas diziam: ‘Agora ela está chocada, mais tarde vai sentir a dor’. Depois disseram: ‘Ela deve ser muito forte para passar pelo que passou com tanta calma’. Nada disso era verdade. É bom poder dizer a verdade para alguém. Eles não estão mortos; estão todos vivos, ativos e à minha espera. Nossa separação é temporária e muito breve, se a compararmos com a eternidade”. [Cf. ‘Anjos’, p. 71/73. Paola Giovetti. Edit. Siciliano. 1995].
 Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).

sábado, 26 de outubro de 2013

A Antiga Tradição de Bardos & Druídas - (Philip Carr-Gomm).

 “Podemos reencontrar o paraíso que perdemos ao negligenciarmos a harmonia com a Natureza. Ao contrário do que muita gente pensa, a tradição druida está viva e pode contribuir mais para a sobrevivência de nosso planeta do que a militância dos mais sinceros ecologistas baseados apenas na razão”... ( Philip Carr-Gomm). 
Corpo & Alma. Leia e ouça música (clic):
Merlin's Magic. 1:04.
‘Wonderful Paradise’. (1:39).
E para a criança interior: ‘Mozart for Babies’. (Two hours). 
  
Guardião do Dia. 'JELIEL: "Deus Criativo". Protege os nascidos em 26/10, 07/01, 21/03, 02/06 e 14/08. Quem nasce sob esta proteção, tem intuição desde criança para saber o que é certo ou errado. É portador da paz onde existe conflito, defende a verdade e detesta a violência. Suas emoções são tão fortes que são vivenciadas em conjunto pelo seu anjo.  Ele lhe confere alegria, gentileza espontânea, agilidade para se comunicar e aptidão para lidar com o público. [Fonte: 'Anjos - Tudo o Que Você Precisa Saber'. Claudia Maria Janssen. Universo dos Livros]. - Clic e saiba mais: 'Jeliel' - 2º Anjo - Categoria 'Serafins'. [site viverempaz.com].
 
 
'SERAFINS': Categoria angelical considerada tradicionalmente como a mais próxima de Deus, devido a sua elevada vibração. Seu Príncipe-Arcanjo é Metatron. Os Serafins contemplam e vivem o Amor Divino, aquecendo-se no fogo celestial, e sua função é transmitir o fogo desse Amor aos anjos das demais categorias angélicas. As pessoas ligadas aos Serafins são maduras e sábias. [Fonte: 'Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre Anjos'. Claudia Maria Janssen. Universo dos Livros].

 
A hierarquia angelical compõe-se de nove categorias, composta cada uma de nove anjos, sendo oito anjos orientados e regidos por um Príncipe-Arcanjo, ou seja, um Anjo de qualidade e nível mais elevado de consciência. Pitágoras percebia a força sagrada detrás desses números: "os nove números que precediam a década sagrada eram identificados com deuses e o Dez era a soma dos poderes divinos para manter a união”. [Cf. ‘Mistérios do Desconhecido. Tempo & Espaço’, p. 43/45. Abril Livros].






 "Ninguém nasce para sofrer; nasce para aprender".
(Campos de Raphael)
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Amor aos Animais. Dê este exemplo (clic):
 ‘Ainda Existem Pessoas Boas’. 

A Antiga Tradição de Bardos & Druidas
“Ó Escutai a voz do Bardo,/ Que o presente, passado e futuro vê;/ Cujos ouvidos escutaram a Palavra sagrada / E caminhou entre as árvores antigas”... ‘Songs of Experience’. (William Blake).

“Sabendo alguma coisa do que os bardos fizeram, e como eram treinados, podemos agora nos perguntar qual a importância do trabalho bárdico, hoje em dia”...
 
Não é coincidência começar nosso estudo sobre o druidismo dentro do grau bárdico. Sua importância como base para nossa vida, desenvolvimento da personalidade e espiritual, não é menos significativa agora do que há milhares de anos, e poderia se dizer que é ainda mais indispensável hoje do que então. A pista para entendermos por que deveria ser assim está na percepção de que os bardos históricos trabalharam com a Memória e a Inspiração.

Um dos principais motivos da sensação de alienação do homem moderno encontra-se no fato de ter ele se separado do mundo natural e das raízes do seu passado. A prática do druidismo procura curar essa alienação – reconectando o nosso passado e o mundo da natureza.
No grau bárdico abrimo-nos para o poder restaurador da compreensão druídica da natureza – permitimos que a Mandala do Ciclo Sazonal Óctuplo aprofunde-se em nossos seres.
Trabalhar com a Memória significa trabalhar com a herança e a linhagem, bem como com a mitologia e as histórias da tribo. Trabalhar com a Inspiração significa abrirmo-nos para nossa criatividade interior. 

Muitos dos problemas que enfrentamos em nosso mundo desenvolvido resultam de reprimirmos e negarmos o artístico em todas as suas formas. 
 
A moderna pesquisa do cérebro mostra que, para a maioria, o funcionamento principal vem do hemisfério cerebral esquerdo, dominante, que intermédia a função do pensamento analítico. O hemisfério oposto [direito, intuitivo] tem menos influência na nossa maneira atual de viver – é o hemisfério que intermédia a sintetização, as formas não analíticas de pensamento e expressão: é a parte do cérebro considerada responsável pela expressão artística.
É opinião geral que, para tornarmo-nos seres completos, precisamos criar para ambos os hemisférios oportunidades de desenvolvimento e expressão. Essa verdade foi expressa pelos alquimistas (e existe uma forte tradição da Alquimia dentro do druidismo) e, posteriormente, por Carl Jung que desenvolveu a teoria de Logos e Eros arquetípicos – aspecto masculino e feminino da psique, os quais necessitam para o nosso desenvolvimento relacionar-se e, eventualmente ou periodicamente, se unir...
 


Os alquimistas sabiam da importância dessa conjunção nomeando-a de Casamento Místico ou Mysterium Coniunctionis. [E os rosa-cruzes clássicos europeus referem-se a essa Bodas na obra ‘O Casamento Alquímico de Cristão Rosacruz’. Editora Rosacruz Áurea].

Agora, a moderna pesquisa do cérebro tem nos ajudado a observar uma possível correlação física desses dois aspectos do Self, mostrando o caminho em que as diferentes funções cerebrais são compartilhadas entre os dois hemisférios - [fato conhecido e aplicado pelos mayas. Ver ‘A Segunda Profecia Maya’].

Nossa educação tem se concentrado principalmente no desenvolvimento das habilidades do pensamento analítico e matemático, embora as escolas de Rudolf Steiner sejam notáveis por sua tentativa de conferir, em seu currículo, igual status ao desenvolvimento artístico - [Sistema aplicado nas Escolas Waldorf. [Ver: Federação das Escolas Waldorf no Brasil].

Quando entramos no caminho bárdico, começamos um processo de desenvolvimento do hemisfério não-dominante [hemisfério direito]. Abrimo-nos para o Self artístico e criativo. Isso não é uma tarefa simples e, num caminho típico do druidismo, o trabalho é empreendido evidentemente em todas as direções.

Através do esquema do festival óctuplo, e com os poderes dos quatro elementos que são conferidos aos pontos cardeais no círculo sagrado do trabalho druida, o bardo é trazido para um estágio em que tem conhecimento e trabalha com os quatro aspectos do seu ser – representados pela terra, sua praticalidade e sensualidade; pela água, sua receptividade e emocionalidade; pelo ar, sua racionalidade; e pelo fogo, sua intuição e entusiasmo...
 
Ao ganhar acesso a esses quatro elementos e partes do Self, e trabalhar para harmonizá-los, o aspirante bárdico intensifica sua criatividade interior. Desenvolve, então, os recursos do corpo e coração, mente e intuição, tornados disponíveis para guiá-lo e inspirá-lo. Dessa maneira, aprendemos a contornar a mente racional, que gosta de criar limites à compreensão.

Para poder operar, o intelecto cria distinções, categorias, construções mentais através das quais a experiência pode ser compreendida e aplicada. Isso é essencial para nossa sobrevivência e progresso no mundo. Os problemas aparecem quando essa capacidade de criar padrões de referência não é contrabalançada pela capacidade de transcender as estruturas e abrir-nos para o transracional – o inexplicável com palavras, mas não menos verdadeiro.

Poesia e música são sumamente capazes de nos ajudar a ultrapassar padrões e pontos de vista. Tocada, falada, cantada ou representada, alarga as fronteiras, abre horizontes, invoca energias para o intelecto, que sozinho não pode apreender ou categorizar com seus esforços. Aqui está o poder bardo – dissolver nossas fronteiras, nossos padrões de referência – mesmo que seja só por um momento. Sinta a poesia do bardo moderno, em 'For Now':
 
 
 
"Insondável desconhecido,
Atrás e em todas as coisas -
Vale – francelho – celidônia:
Você em lugar nenhum e em todas as coisas"...

"E sendo nada é forçado a silenciar,
Sendo incapaz de falar
Você vê todas as coisas,
E eu vejo você
E eu vejo que Eu sou
O âmago do que estou vendo:
 O Sol se aproximando
Para encontrar o Homem
Que cruzou a linha,
Que saiu de dentro de si mesmo.
Fica ali na frente,
Despido na luz".
(Jay Ramsey  - For Now).
A mente não pode apreender totalmente a força deste poema – a pessoa sofre o impacto da força das palavras e imagens de uma maneira que resiste à descrição ou explicação. Essa é a função da poesia, e do bardo. Ir além. Viajar. Trazer de volta.
 
 
O Professor Michael Harner, autoridade mundial em xamanismo, diz que o caminho xamânico é mais bem definido como o método em que se abre uma porta para penetrar numa realidade diferente. E isso é precisamente o que acontece com a poesia eficaz e poderosa. A diferença entre compor, ler e recitar poesia “secular” e empreender as mesmas atividades no espírito do bardismo é que, neste último, o processo xamânico é conscientemente conhecido e trabalha-se com ele.
 
Criatividade e inspiração são vistas como dádivas dos deuses, como forças que entram no receptáculo do Self através da superconsciência. Preparação, ritual, visualização, prece e meditação apropriadas criam os canais pelos quais o poder criador e gerador pode fluir.
 
A pertinência desse trabalho para a cena artística contemporânea é clara: com a secularização da arte, ganhou-se liberdade de expressão, mas perdeu-se em profundidade de inspiração. Agora, completamos um círculo inteiro e podemos espiritualizar a arte outra vez, libertada finalmente das limitações do dogma religioso e capaz de transcender a obsessão de alcançar fama e reconhecimento pessoal.
 
A corrente bárdica não é simplesmente um amontoado de conhecimentos que em certa época possuímos e procuramos hoje recuperar; é uma forma de espiritualizada de consciência artística criativa, dinâmica e viva – o futuro guarda tantas ou mais promessas do que o passado...
 
 
"Os bardos indubitavelmente fizeram música e dançaram: os círculos de pedra [como os de Stonehenge] são feitos para dançar e o atual interesse pela dança do círculo, iniciado pelo Professor Bernard Wosien, permite que nos liguemos de novo ao antigo poder da dança circular comunitária em torno do ponto imóvel do centro"... [Lembra a citação de Jung, “Deus é uma circunferência, cujo centro está em toda parte e lugar nenhum”; e Joseph Campbell: “Deus é uma esfera inteligível, cujo centro está em toda parte”. ‘O Poder do Mito’]. 
 
Muitas tradições espirituais têm suas disciplinas específicas de movimento sagrado: existe, por exemplo, os rodopios dos dervixes, a dança sufi, Tai Chi, Paneurítmo, os movimentos de Gurdjieff e a Eurritmia de Rudolf Steiner.
 
Recentemente, três alemães descobriram um sistema de meditação druida em movimento, e existem histórias intrigantes de danças druidas ainda praticadas e relembradas no Continente. É provável que traços dessa primitiva dança sagrada e comemorativa estejam contidos na dança de Morris, de Abbot’s Bromley Horn e outras danças folclóricas.
 
  
Nosso desafio é redescobrir a música, os cânticos e as danças dos druidas, conectando as fontes arquetípicas de inspiração interior. Essas fontes são transpessoais e atemporais. Alimentaram os druidas no passado e podem nos alimentar agora. Conhecemos alguns instrumentos que eles usaram: a lira ou harpa, um tipo de corneta com som semelhante ao do “didgeridoo” australiano e, com certeza, o “bodhran” ou tambor de couro de animal e “claves” – dois pedaços de pau que se bate um contra o outro para produzir um ritmo sozinho ou contrabalancear o som do tambor.
 
A música e o teatro contemporâneos já estão recorrendo ao profundo manancial da inspiração céltica. Só para dar alguns exemplos: Clannad, Enya, Derek Bell of the Chieftains, e o Teatro Taliesin, no País de Gales, estão todos abertamente trabalhando com o espírito desse manancial.
 
Jay Ramsay, com o grupo Angels of Fire de poetas declamadores e sua coleção de poesias que recorre às fontes espirituais de inspiração encontradas nos quatro elementos, constituem outro exemplo de artistas que trabalham com a corrente chamada de “bárdica”...
 

O potencial para uma criatividade maior é imenso, quando a reincorporamos nos termos do sagrado. Anteriormente, isso incluía seres ligados aos temas e dogmas cristãos. Agora, significa reconhecer a sacralidade não só do espírito, mas de nossa Terra, dos quatro elementos e da própria criatividade e procriação.
No Grau Bárdico abrimo-nos para o que significa viver na Terra com a capacidade de ser criativo. Embora este seja o primeiro estágio de treinamento druida, seus propósitos alcançam o fundo do coração do druidismo, que é o desenvolvimento do domínio dos poderes da geração. No nível bárdico isso envolve a produção de trabalhos criativos – música, canção, poesia e arte em todas as formas.
 
No trabalho dos ovados e druidas nos relacionamos com esse poder da mesma maneira, mas nos interessamos também em gerar cura e amor, ideias e luz. O conhecimento que o bardo tem do poder da Palavra, e sua capacidade de lidar com esse poder, torna-se mágico com o druida: por entender a força criadora do som, a Palavra é usada para gerar sementes de luz que repercutem, por toda a criação.
 
A árvore que representa o grau bárdico é a bétula [Birch], sendo apropriadamente a primeira árvore do alfabeto-árvore de Ogham. Representa novos começos, pioneirismo e o ato de nascer - [Árvore da Vida].

 
"O Oeste é o lugar do bardo. É do Oeste que entramos no círculo de nossas cerimônias, o Oeste é, portanto o local da Entrada, dos começos – o oeste feminino, [o elemento] receptivo, que se volta para o Leste - o Raio da Aurora. Os períodos associados ao grau bárdico são a primavera e a aurora – quando estamos revigorados e prontos para começar um novo ciclo de aprendizagem e experiência". [Cf. ‘Elementos da Tradição Druida’, p. 59/64. Philip Carr-Gomm (*). Ediouro].


(*) Philip Carr-Gomm é chefe da Ordem dos Bardos, Ovados e Druidas. Iniciado em psicossíntese, psicoterapia de adultos, trabalha com terapia e educação de crianças pelo método montessoriano.
 


 Consulte agora o seu coração, e responda:

V. acha que nasceu num certo dia cósmico, regido por certo signo do zodíaco, na data sob a proteção de certa categoria angélica, na veste de uma certa raça, país, etc., tudo por Acaso?! Anjos, Coincidências & Lições de Vida’.











 Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).