sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O TESOURO ESCONDIDO - HISTÓRIA VERÍDICA?! (Joseph Campbell)

Clic e veja tb: 'A História do Tesouro Perdido'.
INTRÓITOS: “Se quisermos possuir a sabedoria precisamos aprender a obtê-la”.
[‘O Segredo da Flor de Ouro’, C.G. Jung Vozes]. 
“Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A inferior é quanto uma pessoa sabe e a sabedoria superior é quanto ela tem consciência de que não sabe... Tenha a sabedoria superior: seja um eterno aprendiz na escola da vida”. (Chico Xavier).
(Clic): Lição de Vida para o Mundo Todo: ‘Universidade dos Pés Descalços’, para comunidades pobres da Índia, África e Afeganistão. (Vídeo. Lucy Sem Fronteiras).
•Clic tb. Bunker Roy:  The Rural Women Solar Engineers of Africa.

'O Tesouro Escondido' - História Verídica?! - (Joseph Campbell).
“Certa noite, o devoto e fiel rabino Eisik teve um sonho, no qual lhe era dito que fizesse uma longa viagem até Praga, capital da Boêmia [hoje Rep. Tcheca], para descobrir um tesouro escondido, enterrado sob a ponte principal que levava ao castelo do rei. Surpreso, o rabino adiou a partida. Mas o sonho repetiu-se por mais duas vezes. Depois do terceiro aviso, reuniu coragem e iniciou a jornada.

Chegando à cidade que era seu destino, o rabino Eisik viu que sentinelas guardavam a ponte dia e noite; e não se atreveu, portanto, a fazer nenhuma escavação. Limitava-se a voltar a cada manhã e a perambular até o anoitecer; ficava a olhar a ponte, observando as sentinelas e examinando, sem tentar coisa alguma, a alvenaria e o solo.

Por fim, o capitão dos guardas, curioso com a insistente presença do ancião, aproximou-se e perguntou-lhe com gentileza se perdera alguma coisa ou se esperava alguém. Era um capitão simpático, apesar de seu bigode feroz, e Eisik sentiu afeição por ele. O rabino, com simplicidade confiante, contou-lhe então o sonho, e o oficial recuou um passo, rindo:
- És, na verdade, um pobre homem! – disse-lhe o capitão. Gastaste os sapatos nessa longa caminhada só por causa de um sonho? Quem, sendo sensato, acreditaria em sonhos? Olha, se eu acreditasse neles, estaria fazendo o contrário do que faço neste preciso momento. Teria feito uma peregrinação tão tola como a tua, com a diferença de que tomaria a direção oposta, mas chegando, sem dúvida, a um resultado igual. Deixa-me contar-te o meu sonho.

– Sonhei com uma voz, que me falou de Cracóvia - disse o oficial cristão da guarda boêmia. Ordenou-me que fosse até lá procurar um grande tesouro na casa de um rabino chamado Eisik, filho de Jekel! – riu-se de novo o capitão, com um brilho no olhar, concluindo:

– Imagina só, ir até Cracóvia e pôr abaixo as paredes de todas as casas do gueto, onde o nome de metade dos homens é Eisik e da outra metade Jekel! Eisik, filho de Jekel, além de tudo! – e ria sem parar dessa inacreditável pilhéria.

“O modesto rabino, porém ouviu-o com ansiedade; agradeceu ao amigo estrangeiro e, despedindo-se com uma grande mesura, voltou apressado ao lar distante. Escavou um canto esquecido da casa e descobriu o tesouro, que o livrou da miséria. Construiu, então, com parte do dinheiro, uma casa de orações que até hoje leva o seu nome”...
[Cf. ‘Mitos e Símbolos na Arte e Civilização da Índia’, p.176/9, Heinrich Zimmer/Joseph Campbell.Ed. Palas Athena, 1989].

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Garoto da Rosa. História Real. (Terry Lynn Taylor).

(Clic e leia tb): "AQUI E AGORA" - (Yole Scofaro).
E NÃO DEIXE DE VER:(Clic): Lição de Vida para o Mundo Todo: ‘Universidade dos Pés Descalços’, para comunidades pobres da Índia, África e Afeganistão. (Vídeo. Lucy Sem Fronteiras).
•Clic tb. Bunker Roy:  The Rural Women Solar Engineers of Africa.

O GAROTO DA ROSA - (Kathy Faulstich).
"Não posso me lembrar exatamente quando o fato aconteceu com meu marido, Vern. Acho que foi há quinze anos"...

Durante quatro dias seguidos Vern vinha recebendo uma mensagem completamente desperto, enquanto estava em sua escrivaninha no trabalho, ou quando assistia televisão. A mensagem era sempre a mesma: "Procure o menino com a rosa".

Vern era constantemente lembrado disso. Ele sempre dissera que o seu tio Bud fôra o seu "anjo particular", portanto imaginou que a mensagem partisse do tio.

No quarto dia de mensagens, Vern foi a uma cafeteria que freqüentava nos últimos cinco anos. E sentou-se casualmente num canto perto de um jovem de cerca de dezesseis ou dezessete anos. O jovem tinha diante de si um pequeno doce e um copo d'água, e Vern comentou que alguém jovem e forte precisaria de mais alimento do que aquilo.

O garoto lhe deu um olhar malévolo e disse: "F.___ se, senhor". Vern lhe perguntou: "Filho, qual é o seu problema?" Não houve resposta. Vern perguntou outra vez e então o rapaz disse: "Não é nada de sua p.___ conta, senhor".

Nesse ponto o garoto pegou o copo d'água com a mão esquerda e Vern viu a tatuagem de uma rosa na parte interior do seu braço esquerdo, exatamente abaixo do cotovelo. Vern soube naquele instante que esse era o rapazinho que ele devia encontrar e ajudar.

E recomeçou a interrogar o garoto sobre o que estava errado; finalmente, o rapaz disse: "Qual é o seu problema, cavalheiro?"
Vern respondeu: "Não tenho problemas, mas você sim, e fui enviado para ajudá-lo"...
Então o garoto olhou para Vern e replicou: "O que o senhor é, senhor, algum otário?"
E Vern respondeu: "Sim, fui chamado de otário e, ainda mais, uma porção de vezes, mas nunca deixei que isso me incomodasse porque sou uma espécie de otário muito "especial"...
Posso ajudar as pessoas a resolverem grandes problemas de sua vida, portanto bem que me pode contar o seu, porque não vou sair daqui enquanto não fizer isso.

O garoto disse: "Ora, ninguém pode me ajudar, nem mesmo um otário. Minha vida é uma confusão gigantesca e a única saída é o suicídio, e eu tenho um plano à prova de erros para executá-lo. Quer ouvir falar dele, senhor?"

- "Não", respondeu Vern, "eu só quero saber por que e não como".

O garoto então se pôs a explicar que seus pais eram seu único problema (ou era isso que ele pensava). Seus pais lhe haviam tirado o seu brinco de ouro, o aparelho de som, o carro e a mesada, e insistiam que ele estudasse mais no colégio, que fosse à igreja, lesse um livro por mês, e assim por diante. Também lhe haviam pedido que passasse três noites por semana em casa...

Enquanto ele falava, Vern tentou manter o rosto sério, porém não pôde deixar de sorrir, e o rapazinho ficou ainda mais zangado!

"Não é nada engraçado, senhor. Minha vida é um inferno. Não tenho liberdade nenhuma, tenho de freqüentar a escola durante o ano todo e simplesmente não agüento mais. É melhor estar morto, aí "eles" terão de conviver com a culpa - eles estão me matando!"

Foi nesse momento que Vern ficou sério e começou a colocar em palavras uma teoria sua.
- "Deixe-me lhe mostrar uma saída que poderá ajudá-lo. Apenas ouça-me alguns minutos e então, se ainda se sentir da mesma maneira, nós trocamos um aperto de mãos e eu irei embora, está certo?"

O garoto disse: "Está bem, mas não me venha com pregações ou gritos da forma como fazem comigo durante as vinte e quatro horas do dia!"

E Vern começou a explicar uma de suas teorias metafísicas prediletas e o rosto do rapazinho foi aos poucos se suavizando e ele ficou parecendo uma criança.

- "Não sei bem ao certo por que seus pais estabeleceram todas essas regras - o motivo pode ter sido o amor deles por você, ou qualquer outro - mas isso não é o que importa".

O rapaz pareceu espantado, porém ficou quieto, enquanto Verne continuava. "Acho que precisa compreender que foi você mesmo que escolheu essas duas pessoas para serem o seu pai e a sua mãe"...

Mas, o garoto contestou: "De forma alguma, senhor, eu nunca escolheria pessoas tão mesquinhas. Por falar nisso, como eu os poderia ter escolhido? Eu nem sequer havia nascido quando eles se encontraram! Isso é loucura: você de fato é mesmo um otário!"
Vern, porém continuou: "Eu acredito na reencarnação e também acredito que entre a sua última vida e esta aqui, quando você ainda estava descansando no Universo, a sua alma-espírito (a sua parte que nunca morre) procurou por um casal de pais terrenos. Você precisava que um homem e uma mulher se unissem para que tivesse um veículo de entrada para seu corpo físico... A centelha da sua alma passou a morar naquele corpo e aqui está você. Portanto, pare e pense em todo esse ódio que sente por esse homem e essa mulher".

"Quando do Universo você olhou para a Terra, dentre todas as pessoas você escolheu um homem e uma mulher. Você gostou do que viu, apreciou seus valores e, do outro lado da vida, você começou a tecer os seus pauzinhos para que essas duas pessoas se encontrassem, para que você pudesse fazer parte dessa família nesta vida. Pode ser que na próxima encarnação escolha alguém diferente, ou poderá escolhê-los outra vez. Assim sendo, quero que pense sobre esses maus momentos que tem agora. Do ponto de vista de que foi você mesmo quem os escolheu, e não o contrário, não acha que essas idéias sobre cometer suicídio não têm fundamento?"

Houve uma longa pausa e com certa tranqüilidade, que antes não havia, o rapaz disse: "Cavalheiro, o senhor de fato acredita no que me contou, não é?" Vern disse:

- "Sim, pense na possibilidade de que você escolheu ser um membro da sua família. Pode ser que os seus amigos na escola achem seus pais um pouco ultrapassados, ou pode ser que você seja um cabeça-dura que precise de um bom pontapé nos fundilhos. Seja qual for o motivo, lembre-se de que gostou do que viu quando estava do outro lado, há bastante tempo.
Vá para casa e dê uma boa olhada no que vê. Tente falar, converse com seus pais dessa vez e ouça o que eles dizem. Peça-lhes para ouvirem você. Se quiser que eu vá também, irei, mas tente, e não espere por um milagre. Viver é tarefa árdua para você e seus pais, mas dê-lhes uma chance".

"Trabalhe o relacionamento com eles e trabalhe bem. Você pode fazê-lo. Então, se sentir que ainda é difícil viver em casa, saia de lá quando fizer dezoito anos. Aliste-se na marinha, vá ao colégio, e viva a sua própria vida. Lembre-se de que quis esta vida: portanto, viva e não acabe com a vida!".

Com lágrimas nos olhos, o garoto disse:

- "Cavalheiro, o senhor continua sendo um otário, mas o que disse é tão estranho que em parte deve ser verdade. Ao menos se preocupou comigo. Obrigado, homem". Ele saiu da cafeteria e Vern nunca mais tornou a vê-lo...
Mas, no dia do enterro de Vern eu o vi. Um homem jovem e alto, no começo da casa dos trinta anos, aproximou-se de mim e disse:

- "Eu vim até aqui hoje porque queria dizer adeus e agradecer a Vern. Ele me ajudou certa vez e agora tenho uma bela esposa e dois filhos. Ainda não me dou muito bem com meus pais, mas nos falamos de vez em quando".

Então eu perguntei: "Quem é você?" Ele respondeu: "O garoto com a rosa", e mostrou o braço para que eu a pudesse ver"... (Kathy Faulstich. Califórnia). - [Extraído de 'Os Anjos Respondem', p. 109/111. Terry Lynn Taylor. Pensamento].

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A ÚLTIMA DESPEDIDA DE CARL JUNG - Laurens van der Post.

“Posso facilmente imaginar que já vivi em séculos anteriores e, ao deparar com perguntas a que ainda não posso responder, supor que me é necessário nascer novamente, por não ter completado a tarefa que me foi imposta. Quando morrer meus atos me seguirão... Levarei comigo o que fiz, tendo a esperança, contudo, de não chegar ao fim de meus dias com as mãos vazias”. [Cf. ‘Memórias’, p. 275. C.G. Jung. Editora Nova Fronteira].

INTRÓITOS: “Se quisermos possuir a sabedoria precisamos aprender a obtê-la”. [‘O Segredo da Flor de Ouro’, p. 16. C.G. Jung. Vozes].
“Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A inferior é quanto uma pessoa sabe e a sabedoria superior é quanto ela tem consciência de que não sabe... Tenha a sabedoria superior: seja um eterno aprendiz na escola da vida”. (Chico Xavier).

(Clic): Lição de Vida para o Mundo Todo: ‘Universidade dos Pés Descalços’, para comunidades pobres da Índia, África e Afeganistão. "Onde o professor é o aprendiz e o aprendiz o professor". (Vídeo. Lucy Sem Fronteiras).
•Clic e veja tb. Bunker Roy: The Rural Women Solar Engineers of Africa.

(Clic): 'NINGUÉM ENTRA EM NOSSAS VIDAS POR ACASO'.
Clic): 'A CRISE ATUAL DE CONSCIÊNCIA E AS PREVISÕES MAYAS 2012-2032'.

A DESPEDIDA DE CARL JUNG - (Laurens van der Post).
“Historicamente, uma das formas de coincidência significativa têm sido presságios, ligados a algum acontecimento notável... A tarde em que Jung morreu, uma grande tempestade fustigou sua casa em Kusnacht, como se a própria natureza se mobilizasse para reconhecer o evento”, observou Laurens van der Post, em sua biografia de Jung".

“Justamente no instante da sua morte, um raio fulminou sua árvore favorita no jardim”. Na ocasião, Van der Post se achava num transatlântico, depois de ter feito uma visita à África. Uma tarde, sentindo-se sonolento, teve uma visão de si mesmo nos Alpes, cheio do préconhecimento de um desastre iminente.

“De súbito na mais remota extremidade do vale, no Cervino da minha visão, que ainda retinha a luz do sol, Jung apareceu. Quedou-se ali brevemente, como eu o vira algumas semanas antes no portão, no extremo do jardim de sua casa; agitou a mão para mim e gritou-me: “Até à vista”. Depois desapareceu no flanco mais distante da montanha”.
Na manhã seguinte, quando Van der Post olhou pela vigia do camarote... “vi , um grande e alvo albatroz solitário, deslizando diante dele; o fogo do sol [matinal] lhe incendiava asa asas. Ao deslizar ao lado do navio, virou a cabeça e olhou diretamente para mim”.

“Eu fizera a mesma viagem um sem-número de vezes e nunca me acontecera uma coisa dessas; tive a sensação de que um tremendo ritual havia sido realizado. Eu mal voltara a deitar-me na cama quando o camaroteiro apareceu com uma bandeja de chá, frutas e, como sempre fazia, com as notícias do rádio de bordo”.

“Abri-as casualmente. O primeiro item que me chamou a atenção foi o anúncio de Jung morrera na tarde anterior em sua casa em Zurique. Tomando em consideração a hora, a latitude e a longitude em que o navio se encontrava, tornava-se evidente que meu sonho, ou visão, me chegara no momento da sua morte”... []
[Cf. ‘The Unknown Guest’ - (‘O Mistério da Intuição’, p. 199. Brian Inglis. Círculo do Livro. 1989].

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

ANJOS, DEUSES & ARQUÉTIPOS JUNGUIANOS – (Terry Lynn Taylor).


INTRÓITOS: “Se quisermos possuir a sabedoria precisamos aprender a obtê-la”. [‘O Segredo da Flor de Ouro’, p. 16. C.G. Jung. Vozes].
“Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A inferior é quanto uma pessoa sabe e a sabedoria superior é quanto ela tem consciência de que não sabe... Tenha a sabedoria superior: seja um eterno aprendiz na escola da vida”. (Chico Xavier).
• (Clic): Lição de Vida para o Mundo Todo: ‘Universidade dos Pés Descalços’ de Bunker Roy, para pobres da Índia, África e Afeganistão. (Vídeo Legendado - Lucy Sem Fronteiras).
•Clic tb. Bunker Roy: The Rural Women Solar Engineers of Africa.

(Clic): 'NINGUÉM ENTRA EM NOSSAS VIDAS POR ACASO'.
Clic): 'A CRISE ATUAL DE CONSCIÊNCIA E AS PREVISÕES MAYAS 2012-2032'.

Processo de Autoconscientização: "Somos Parte de um Todo!" - V. pode curar a si mesmo e mudar sua vida! (Clic): Processo havaiano - Ho’oponopono.

(CLIC): SEVERN SUZUKI: A Garota Que Calou a ECO Internacional. Clic e Veja tb.: 'Abra Portas Interiores e Transforme Cada Dia em Ano Novo' - (Eileen Caddy).

ANJOS, DEUSES & ARQUÉTIPOS JUNGUIANOS - Terry Lynn Taylor.
"Por muitos anos acreditei que os deuses e deusas da Grécia e de Roma antigas eram, na realidade, anjos. Então encontrei apoio para essa idéia em vários dos livros que li sobre anjos".

Dorothy MacLean, em seu livro ‘To Hear the Angels Sing’, escreve:
“Percebi com alegria, excitação e respeito que os deuses mitológicos da Grécia eram membros do mundo angélico. Esse reconhecimento foi outro exemplo da verdade da unidade de toda a vida – uma fermentação das virtudes codificadas do Antigo Testamento com a graça e a beleza do mundo pagão”.

A psicologia de Jung estuda o efeito que os arquétipos têm sobre a personalidade humana. Os arquétipos são herdados de ancestrais universais, tais como os deuses e deusas da antiga Grécia, da Índia e de Roma. Os arquétipos estão alojados em nosso inconsciente como padrões de idéias, pensamentos e imagens físicas.

A energia arquetípica, na forma de anjos, armazena os modelos originais ou protótipos a partir dos quais as personalidades humanas são formadas. Em geral, os seres mitológicos podem ser discutidos como anjos que representam nossas tendências de personalidade.

Compreendendo esses aspectos de nossa personalidade, chegamos a compreensão mais profunda de nós mesmos e de nossas inclinações. Se compreendermos os arquétipos, podemos usar essa informação para preencher os claros de nossa personalidade e para nos esforçarmos por alcançar a grandeza.

Quando vistos como anjos, os arquétipos assumem vida como um modo de nos orientarmos. Cada arquétipo que você possui tem um aspecto superior que pode manifestar-se nas condições propícias. Se estudar todos os aspectos de um arquétipo particular que tenha herdado, você pode também encontrar a pista para certos padrões de comportamento que deseja mudar.

Os signos astrológicos também são arquétipos e cada planeta é associado com um dos deuses e deusas arquetípicos de Roma antiga. Uma maneira de estudar os vários arquétipos é ler sobre eles em livros de mitologia ou consultar livros sobre psicologia junguiana.

Os arquétipos não se destinam a nos limitar; são simplesmente esboços de personalidade que herdamos do universo; podemos trocá-los por outras novas se preferirmos ou elevar-nos completamente acima de sua influência.

“A herança das características de personalidade em várias combinações nos tornam únicos. Podemos suplementar nossas características básicas de personalidade chamando para nós um anjo do arquétipo que possa estar nos faltando e podemos aprender a amar os arquétipos com os quais nascemos e, em conseqüência, amar mais a nós mesmos”... [Ω].

[Cf. ‘Anjos – Mensageiros da Luz’, p. 76/78. Terry Lynn Taylor. Pensamento].

Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Aprenda Como Conectar-se Com Seu Anjo Guardião. - (Linda Georgian).

INTROITO:
PROCESSO DE AUTOCONSCIENTIZAÇÃO: "SOMOS PARTE DE UM TODO!" - V. pode curar a si mesmo e mudar sua vida! (Clic): Processo havaiano - Ho’oponopono.

Clic e Veja tb.: 'Abra Portas Interiores e Transforme Cada Dia em Ano Novo' - (Eileen Caddy).

COMO OS ANJOS VÊM A NÓS - (Linda Georgian).
Casey Brennan, ex-assistente pessoal da autora Linda Georgian, é uma jovem brilhante que mantém forte relacionamento com anjos. Suas experiências pessoais nos mostram o lado sério como o alegre da assistência angélica, como Casey mesma relata:

“Após ler sobre anjos, decidi tentar conversar diretamente com eles. Nunca os havia abordado dessa maneira antes. Na época, eu mantinha um relacionamento amoroso insatisfatório, mas achava que não havia motivo para cair fora. Infelicidade não contava, por alguma estranha razão”...

Pedi aos meus anjos para me mandarem sinais, mostrando-me se valia a pena salvar o relacionamento ou se devia simplesmente arrumar as minhas trouxas e ir embora. De fato, os sinais vieram um por um: Descobri provas de infidelidade após solicitar a ajuda dos anjos. E foram necessários muitos outros sinais para captar a mensagem, mas estou muito grata aos anjos por responderem ao meu chamado e por serem pacientes comigo.
"Em casos menos sérios, recordo de ocasiões em que silenciosamente responderam ao meu chamado. Eu tentava dar um telefonema de negócios para uma determinada empresa e a linha estava ocupada há um bocado de tempo. Não parava de apertar o botão redial vezes e mais vezes, até que acabei dizendo em voz alta:
- “Anjos, anjos, por favor, me ajudem a completar esta ligação!”
Na próxima vez que apertei o redial, o telefone tocou.

"Com freqüência, os faxes não chegavam direito, de modo que comecei a invocar o meu anjo de fax. Agora, sempre que faço isto, os faxes chegam sem nenhum problema. O processo de visualizar os anjos e também de solicitar ajuda tem sido um poderoso instrumento para mim.

"Certa noite, eu estava com uma enxaqueca que não passava por mais que tentasse. Então visualizei um lindo anjo flutuando sobre a minha cabeça, com suas asas me massageando e fazendo sumir a dor. Enquanto visualizava esta imagem, pedi ao anjo que aliviasse a dor. Cinco minutos depois, a dor desaparecera.

"Sentindo-me só e carente de companhia, resolvi escrever uma carta ao meu anjo, pedindo o companheiro perfeito para mim. Alistei todas as qualidades que desejava num homem, sem excluir nenhum detalhe. Um mês depois, conheci o homem sobre o qual escrevera ao anjo. Ele possuía todas as qualidades maravilhosas que mencionei na carta e fico feliz em dizer que estamos desfrutando de um relacionamento terno e feliz".
"E talvez a experiência mais estranha – mas também a mais alegre – que tive recente com os meus anjos ocorreu quando estava de mudança da minha casa no noroeste do Pacífico, e viajava de avião para Fort Lauderdale. Uma mulher que eu nunca vira iria me buscar no aeroporto. E eu me esquecera de pedir uma descrição.

"Como iria reconhecê-la? No momento exato em que pensei nisso, enquanto estava sentada no avião a milhares de metros de altura, uma aeromoça veio pelo corredor central e passou pela minha poltrona. Trazia um suéter pendurado no braço, à procura da dona. No suéter estava pregado um lindo broche com um anjo.

“Naquele instante, eu soube que a mulher que viria me apanhar no aeroporto também usava um broche com um anjo. Tive certeza disso. E foi assim que a identifiquei. De fato, quando desci do avião e entrei no aeroporto, entre as muitas pessoas que se achavam ali aguardando os passageiros, vi uma mulher de ar amigável usando um broche com um anjo. Estava à minha espera”... (Casey Brennan).
Linda Georgian comenta o fato, dizendo: "Quando Casey escreveu uma carta ao seu anjo da guarda, onde descrevia o companheiro perfeito e lhe pedia que aparecesse, estava fazendo algo que provou ser bastante útil às pessoas em todos os tipos de situação que provocam pensamentos".

"É importante deixarmos as coisas bem claras em nossa mente quando pedirmos a assistência angélica, e um dos melhores modos de fazê-lo é colocar os pensamentos no papel. O recurso de escrever uma carta aos nossos anjos ou aos anjos de outra pessoa pode nos ajudar a ordenar os pensamentos, selecioná-los, pô-los em perspectiva e elucidá-los.

"Casey também descobriu que os anjos sempre nos farão saber quando estão por perto. O broche que viu no suéter que a aeromoça carregava foi um sinal de que seus anjos ouviram o seu pedido".
“Os anjos podem manifestar sua presença de inúmeras formas, fornecendo sinais e circunstâncias que não precisam referir-se à palavra “anjo” ou qualquer simbolismo angélico, embora às vezes o façam. Notei que quando peço que a presença dos anjos seja conhecida, então as coisas realmente começam a acontecer“... [Cf. ‘Conectando com o Anjo da Guarda’, p. 73/76. Linda Georgian. Nova Era].

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

'VOCÊ QUE VEIO DAS ESTRELAS' - Poema. (Wagner Borges).

“Cada um de nós recebe uma varinha mágica antes de nascer, e esquece isso ao adentrar o corpo físico. Uns a utilizam inconscientemente e podem tornar sua vida num constante desapontamento; outros, porém vivem descobrindo no seu dia-a-dia um contínuo encantamento. Cada um de nós nasce com esse poder de escolha, e como aplicá-lo. Faça-o então, consciente e inteligentemente”... (Campos de Raphael).

Veja tb: (Clic): 'A QUE PAÍS PERTENCES?'

"Você Que Veio das Estrelas" - (Wagner Borges).
"Você, que veio das estrelas,
E deu o grande mergulho no mundo da matéria.
Você, que veio das estrelas e,
Com o sacrifício de sua própria origem cósmica,
Abrigou-se num invólucro de carne.
Você, que veio das estrelas,
E abandonou a Realidade universal,
Para habitar o mundo de ilusões".

Você, que veio das estrelas,
E agora se sente estranhamente só.
Esqueça-se de tudo e se entregue
Aos apelos de sua voz interior.
Ouça o que ela tem para lhe dizer,
Que nada mais é tão importante,
Nem mesmo os compromissos com que o mundo
Tenta distrair sua visão cósmica...

Descobrirá que, na verdade, não está só.
Muitos são os seus irmãos das estrelas,
Que para cá vieram estender a mão
E amparar com ombros fortes
Os passos da humanidade
Nesta difícil época de transição.
Será fácil reconhecê-los, as palavras não serão necessárias,
E nem mesmo será preciso saber seus verdadeiros nomes:
Saberá encontrá-los pela afinidade de suas energias,
O chamado de seus corações e profunda identificação
Com seus sentimentos.
Você, que veio das estrelas,
E sente agora no recanto mais íntimo de sua alma,
Que chegou o momento de encontrar, na Terra,
A sua Família Universal.

Que chegou o momento do reconhecimento.
O momento da reunião de todas as forças
Para a realização da missão única,
De que todos se incumbiram,
Antes de aqui chegarem.

Abra seu coração, acorde sua consciência adormecida.
Apalpe seu ser interior, deixe que ele fale acima de tudo;
Acima do mundo, acima de todos os preconceitos,
Que não lhe permitem viver e existir
Com toda a sua potencialidade cósmica…
Você, que veio das estrelas,
Que é todo luz, e é todo força, libere-se!
Chegou o tempo de abrir as portas para uma nova era.
Você, que veio das estrelas,
Eterno viajante do Espaço,
Compartilhando agora com tantos outros irmãos
Uma experiência tridimensional, difícil.
Não se deixe mais perder em momentos inúteis
Que lhe trazem apenas solidão…

Não se deixe mais seduzir
Pelas falsas luzes do asfalto.
Assuma sua personalidade cósmica,
Estenda seus braços e, num único abraço,
Envolva sua grande família, sua imensa Família Universal.
E todos juntos, com plena consciência da Unidade de sua origem,
Cada qual com a sua parcela de colaboração, cumpram,
Com alegria e coragem, o maravilhoso Trabalho
De conscientização da humanidade
Para este novo milênio!
Muita Paz e Luz! (Wagner Borges *)

(*) Nota [®]: Wagner Borges: Nascido no Rio de Janeiro, em 1961; autor de vários livros e colaborador de revistas da temática espiritual; conferencista e fundador do IPPB – Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas – [ www.ippb.org.br. ]. "Deus não abandona a obra de Suas Mãos". E seus anjos cuidam e zelam pela vida de todos os seres viventes. (Campos de Raphael).
Rio das Ostras/RJ, 17.02.2011.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

UM ANJO NA VÉSPERA DE NATAL. (Joan Wester Anderson).

“Milhões de criaturas espirituais andam pela terra,/ ignoradas, estejamos acordados ou dormindo”... (‘O Paraíso Perdido’. MILTON).


Clic e veja tb: 'Falando em Anjos de Natal'.

SALVOS NA VÉSPERA DE NATAL (Joan Wester Anderson).
“Passava um pouco da meia-noite de 24 de dezembro de 1983. O Meio-Oeste tiritava sob uma onda de frio, agravada por ventos de tempestade e encanamentos congelados. Embora nossa casa, em um subúrbio de Chicago, ressoasse com os sons tranqüilos de uma família em repouso, eu não podia ser parte deles, até que o carro de nosso filho Tim de 21 anos de idade entrasse na garagem”...

Naquele momento, Tim e dois colegas vinham para casa passarem o Natal, a primeira viagem de volta desde que haviam mudado para o Leste no mês de maio último. Na noite anterior, Tim me tranqüilizara ao telefone:

- Vamos viajar amanhã, antes do alvorecer, e guiar direto até aí. Tudo vai correr bem!

Crianças. Que coisas insanas que fazem! Em circunstâncias normais, a viagem deveria levar umas 18 horas, de Connecticut a Illinois. O tempo, porém tornara-se tão perigosamente frio que os boletins de rádio advertiam que ninguém devia sair de casa… E não tínhamos recebido notícia alguma dos viajantes.

Preocupada, imaginava-os rodando numa estrada deserta. E se tivessem problemas com o carro ou se perdessem o caminho? E se tivessem sido detidos por algum motivo, por que Tim não telefonara? Eu andava inquieta de um lado para o outro e rezava, daquela maneira que todas as mães conhecem bem: “Deus, envia alguém para ajudá-los”.
Naquele momento, segundo soube mais tarde, os três haviam feito uma curta parada em Fort Wayne, Indiana, para deixar Don na casa da família. O bom senso sugeria que Tim e Jim pernoitassem ali e reiniciassem a viagem no dia seguinte pela manhã.

Mas quando é que o bom senso prevalece no caso de jovens que acham que tudo podem? Faltavam apenas quatro horas de estrada para chegar em casa. E, embora aquela fosse a noite mais fria na história do Meio-Oeste, as estradas cobertas de neve e desertas, os dois tinham reiniciado a viagem.

Haviam percorrido alguns quilômetros de uma estrada rural de acesso à estrada de pedágio de Indiana, quando notaram que o motor do carro parecia lento, girando erraticamente e caindo velocidade para 15 a 25 km/h.

- “Não” – disse o locutor no rádio do carro – “repito – não se arrisquem a sair de casa hoje à noite, amigos. Está fazendo um frio recorde de 70º graus abaixo de zero, e significa que a pele exposta congelará em menos de um minuto”.

Tim olhou inquieto para Jim. O carro arremeteu e tossiu e voltou a diminuir de rotação.

- “Tim” – disse Jim na escuridão -, “o motor não vai morrer aqui, vai?”

- Não podemos – respondeu Tim, pisando no acelerador repetidas vezes. – Nós morreríamos, com certeza.

Mas, em vez de ganhar velocidade, o motor gaguejou, rateando e baixando o número de rotações. Cerca de quilômetro e meio adiante, no alto de uma pequena elevação, o carro foi perdendo forças lentamente e parou de todo, como se congelado.

Horrorizados, Tim e Jim entreolharam-se. Podiam ver a paisagem através dos campos, em todas as direções, mas, o carro deles era o único à vista. Deram–se conta, pela primeira vez, de que corriam perigo extremo. Não havia tráfego, nenhum refúgio à frente, nem mesmo a luz de uma casa de fazenda piscando a distância. Era como se tivessem descido num planeta desconhecido, sepultado sob a neve.

E um frio inacreditável! Nunca, em toda sua vida, Tim experimentara um frio tão arrasador. Não podiam correr e pedir ajuda. Disso tinham certeza. Ele e Jim eram jovens e fortes, mas, mesmo que houvesse abrigo a curta distância, jamais sobreviveriam. A baixa temperatura os mataria em questão de minutos.

- Alguém logo vai aparecer – murmurou Jim, olhando em todas as direções. – Tem que aparecer.

- Não acho que vá aparecer ninguém – respondeu Tim. – Você ouviu o rádio. Todo mundo, em todo o mundo, está dentro de casa esta noite... exceto nós.

- Nesse caso, o que é que vamos fazer?

- Não sei. - E Tim tentou dar partida ao motor. A chave de ignição tilintou no silêncio, inutilmente. Um frio de congelar os ossos penetrava no interior do carro, e ele sentiu que seus pés começavam a ficar dormentes.

“Bem, Deus”, rezou, repetindo sem saber a minha oração distante -, “Você é o único que pode nos ajudar agora”...
Parecia impossível continuar desperto por muito mais tempo. Em seguida, como se já tivesse deslizado para um sonho, os dois viram faróis acendendo e apagando à esquerda um pouco atrás do carro.

Mas isso era impossível, pois não haviam visto nenhum ponto de luzes duplas a distância, e ninguém chegando que lhes pudesse dar esperança. De onde viera aquele veículo? Já teriam morrido? Mas, não. Isto porque, milagrosamente, alguém batia na janela do lado do motorista:

- “Precisam de reboque?” - Incrédulos, ouviram o seu grito abafado. Mas era verdade. O salvador guiava um caminhão-guincho.

- Precisamos! Oh, se precisamos!

Rapidamente, os dois conversaram entre si, enquanto o motorista, sem mais palavras, dirigia-se para a frente do carro e engatava correntes. Se não houvesse garagens abertas a essa hora, pediriam àquele homem que os rebocasse até a casa de Don, onde poderiam passar o resto da noite.

Envolvido quase inteiramente em uma parka de peles, com capuz e cachecol que lhe deixavam de fora só os olhos, o motorista inclinou a cabeça ao ouvir-lhes o pedido, e nada mais disse. Notaram que estava calmo, quando subiu ao caminhão-guincho, aparentemente indiferente às circunstâncias perigosíssimas em que os encontrara...

“Estranho que não sinta curiosidade sobre nós”, pensou Tim, “e nem explicou de onde veio ou como conseguiu aproximar-se de nós sem que o tivéssemos visto... E havia algum letreiro no lado do caminhão?” Tim nada notara. “Ele vai nos apresentar uma conta e tanto, numa noite como esta. Vou ter que tomar dinheiro emprestado a Don ou ao pai dele”...

Exausto com toda aquela tribulação, Tim afundou-se mais no assento e aos poucos os pensamentos morreram. Passaram por dois postos de serviço fechados, pararam em um telefone público para dar aviso a Don e logo depois estavam sendo rebocados pelo bairro conhecido de Fort Wayne. Silêncio geral. Luzes de Natal há muito tempo apagadas e famílias dormindo. Ainda assim, a rua de Don pareceu-lhes a mais agradável que jamais havia visto.

O motorista manobrou com cuidado em volta do beco sem saída e parou em frente à casa de Don. Entorpecidos de frio, Tim e Jim correram para a porta lateral onde Don já os aguardava e cambaleantes adentraram para a cozinha agradavelmente quente, finalmente em segurança. Don fechou a porta para evitar a entrada do vento gelado. E perguntou:

- “Hei, o que foi que aconteceu?!”

Tim, porém o interrompeu:
- O motorista do caminhão, Don. Vou ter que pagar a ele... Preciso que você me empreste...

- “Espere aí”. – Don franziu as sobrancelhas e seu olhar passou pelos amigos e pela janela. – “Não estou vendo nenhum caminhão aí fora”...

Tim e Jim viraram-se. Ali, estacionado junto ao meio-fio, apenas o carro de Tim. Na noite clara como cristal não tinham ouvido som algum de correntes sendo retiradas, batida de porta nem ronco de motor se afastando... Ou conta para pagar, recibo para Tim assinar, nem adeus, ‘muito obrigado’, nem mesmo um ‘Feliz Natal!’.
Atônito, Tim correu de volta para a entrada de automóveis até o meio-fio, e tampouco viu luzes traseiras a distância, nem som de motor pelas ruas silenciosas; absolutamente nada que marcasse a presença do caminhão-guincho. Nesse momento, Tim viu marcas de pneus no chão coberto de neve. Mas havia apenas um conjunto de marcas circundando o beco sem saída. E pertenciam ao seu carro!

- “Teria sido um anjo? Nossa família nunca saberá com certeza. Mas, na véspera de Natal de 1983, ouvi o roçagar de asas quando um motorista de caminhão-guincho respondeu a uma convocação celestial e trouxe em segurança o nosso filho para casa”... (Joan Wester Anderson).
[Cf. ‘Por Onde Caminham os Anjos’, p. 15/20. Ediouro].