sexta-feira, 8 de julho de 2016

CARL JUNG & A ROSACRUZ CLÁSSICA - ('Memórias'. C.G.Jung).

“O passo que  conduz a uma consciência mais alta deixa-nos sem qualquer segurança, com a retaguarda desguarnecida. O indivíduo deve entregar-se ao Caminho com toda a sua energia, pois só mediante sua integridade poderá prosseguir e só ela será uma garantia de que tal caminho não se torne uma aventura absurda"... (C.G. Jung). ['O Segredo da Flor de Ouro', p. 35. Vozes].
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"Antes de reencarnar na Terra, você fez um plano do que pretendia alcançar... Fez contratos com todas as pessoas de sua vida: pais, irmãos, irmãs, parentes e amigos. Eles o ajudam a passar por tudo o que planejou realizar nesta vida"... (Dolores Cannon. Hipnoterapeuta). 
Na verdade, antes de nascer cada um de nós escolheu, a nível da Alma, uma via de aprendizado no 'campo quântico das possibilidades', onde poderia desenvolver as potencialidades divinas do ser interior, junto daqueles a que está interligado por afinidade de Alma e/ou 'nós kármicos'. E aqui, é o 'Self' imortal que constela os eventos significativos para o crescimento e expansão da consciência, em consonância com as leis cósmicas... E o Anjo Ariel, diz: "Nossa intenção é deixar que as pessoas sigam seu próprio caminho para encontrar a verdade espiritual eterna, que faça sentido dentro da sua experiência de vida... Gostaríamos que estas palavras chegassem àqueles que estão abertos para essas verdades, que com elas se harmonizem e as usem para fazer brotar em si a ânsia pelo crescimento e o desenvolvimento interior"... [Cf.'Entrevista com um Anjo', p. 97. Pensamento]. (Campos de Raphael).

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INTROITO: 'Carl Jung & A Rosacruz Clássica' -
(Campos de Raphael).
Existe um misterioso fio invisível que interliga nosso ser profundo à ancestralidade do passado, segue no presente e se estende para o futuro. Imperceptível para o ego mortal, esse fio a cada existência é entretecido pelo Ser interior imortal, 'Self', ou Si-mesmo - nossa Divindade. 

Quando Jan van Rijckenborgh, grão-mestre da Rosacruz Áurea veio realizar no Brasil em 1967 a V Conferência de Aquarius, tivemos a grata oportunidade de conviver e acompanhá-lo de perto. Uma das coisas que nos revelou foi que inúmeros obreiros da Fraternidade da Luz, servem incógnitos em áreas diversificadas em prol da elevação de consciência e libertação da humanidade. Entre outros, ele nos citou Krishnamurti e Carl Jung.

Quinze anos mais tarde tivemos a comprovação direta desse fato, em relação a Jung, quando eventos sincronísticos, alheios à vontade do ego, nos afastaram do discipulado da Escola Interna do Lectorium Rosicrucianum. Foi uma prova difícil para nós, pois, sabíamos existir sete escolas sob a égide da Fraternidade da Vida, atuando em sete raios junto ao ser humano, mas desconhecíamos no Ocidente uma outra Escola Espiritual, além da Rosacruz Áurea.
Percebemos, porém que uma força imponderável atuara por detrás daquela série de eventos, e ansiávamos por uma resposta e orientação para dar continuidade ao nosso Caminho. "Pedi, e dar-se-vos-á", é lei espiritual e a resposta sincronística veio ao abrir aleatoriamente o livrinho 'O Segredo da Flor de Ouro', numa página marcada por uma fita vermelha cor de sangue, com os dizeres: "Não Temas".

Essas palavras desceram qual bálsamo no meu coração, aquietando a minha alma. A página marcada, sete anos antes, era o trecho de "A Psicologia Moderna traz uma Possibilidade de Compreensão", onde, entre outras coisas, Jung escrevera: 
“Ao observar a via de desenvolvimento daqueles que silenciosa e inconscientemente se superaram a si mesmos, constatei que seus destinos tinham algo em comum: o novo vinha a eles do campo obscuro das possibilidades de fora ou de dentro, e eles o acolhiam e com isso cresciam"...

Parecia-me típico que uns o recebesse de fora e outros, de dentro, ou melhor, que em alguns o novo crescesse a partir de fora e em outros, a partir de dentro. Mas de qualquer forma, nunca o novo era algo somente exterior ou somente interior. Ao vir de fora, tornava-se a vivência mais íntima. Indo de dentro, tornava-se acontecimento externo. Jamais era intencionalmente provocado ou conscientemente desejado, mas como que fluía na torrente do tempo.

"O passo que conduz a uma consciência mais alta deixa-nos sem qualquer segurança, com a retaguarda desguarnecida. O indivíduo deve entregar-se ao Caminho com toda a sua energia, pois só ela será uma garantia de que tal caminho não se torne uma aventura absurda"... [‘O Segredo da Flor de Ouro’, p. 32 e 35. C.G. Jung /R. Wilhelm. Vozes].

O texto de Jung abriu-nos inesperada porta espiritual através do estudo da psicologia moderna junguiana, e ampliou a compreensão de tudo que aprendêramos na escola interna da Rosacruz Áurea. Tivemos assim a experiência direta de que não só que "Deus não abandona ao obra de Suas Mãos", como também, através dos Anjos da Sincronicidade, Ele nos orienta e ilumina em nossa caminhada na 'Longuíssima Via'...
Desde então sentimos que era dever de nossa consciência partilhar tudo que contenha algum nível do espectro da eterna Verdade, que possa despertar as pessoas sobre o desígnio maior de nossas vidas.

Somos todos partículas da Suprema Inteligência, cuja essência nos interliga a todos os reinos embaixo e em cima. Por isso, precisamos ser ponte para o desenvolvimento da consciência cósmica presente em todas as criaturas e todo ser vivente... (Campos de Raphael).


Carl Jung & A Rosacruz Clássica -
('Memórias'. C.G. Jung).
"Originariamente, a família Jung tinha uma fênix [ave mitológica que ressurge da cinzas e um símbolo da rosa-cruz clássica], como animal heráldico, o que sem dúvida, tem uma relação com a palavra Jung (jovem, Jungend (juventude), 'rejuvenescimento'...

Mas meu avô modificou os elementos do brasão, provavelmente por reatividade ao pai. Era franco-maçom entusiasta e grão-mestre da Loja Suíça. Deve-se provavelmente a essa circunstância a modificação que introduziu nas suas armas. Assinalo esse fato que, em si, não tem importância, porque se insere no desenvolvimento histórico no meu pensamento e da minha vida.

Devido à modificação introduzida pelo meu avô, meu brasão não tem mais a fênix de outrora: tem em cima, à direita, uma cruz azul  e embaixo, à esquerda, um cacho de uvas azul sobre campo dourado; entre ambos há uma faixa azul, com uma estrela de ouro. Essa disposição simbólica é franco-maçônica ou rosacruciana.

Da mesma forma que a rosa e a cruz representam a problemática dos contrastes rosa-crucianos (per crucem ad rosam), o cristão e o dionisíaco; cruz e uvas, são o símbolo do espírito celeste e do ctônico. O símbolo da união é representado pela estrela de ouro, aurum philosophorum...
"Os rosa-cruzes [clássicos] procedem da filosofia hermética ou alquimista. Um de seus fundadores é Michel Majer (1568-1662) conhecido alquimista, contemporâneo mais jovem de Gerardus Dorneus (fim do século XVI), menos conhecido, porém mais importante, cujos tratados ocupam o primeiro volume do 'Theatrum chemicum' de 1602".

Frankfurt, onde ambos viveram, parece ter sido, nessa época, o centro da filosofia alquimista. Em todo caso, Michel Majer, como conde palatino e médico da corte de Rodolfo II, era uma personalidade conhecida e estimada no lugar.

Em Mainz, cidade vizinha, vivia então o doutor em medicina e jurisprudência, Carl Jung, morto em 1654, e acerca do qual nada se sabe, pois nossa árvore genealógica começa com meu avô Sigismund Jung, nascido no começo do século XVIII (Civis Moguntinus, cidadão de Mainz), porquanto os arquivos municipais de Mainz foram queimados quando a cidade foi sitiada durante a guerra da sucessão de Espanha.
"É muito provável que o erudito Dr. Carl Jung conhecesse os escritos dos dois alquimistas, pois a farmacologia da época estava ainda sob a influência de Paracelso. Dorneus era adepto fervoroso de Paracelso, sob cujo tratado 'De vita longa' escreveu volumoso comentário. (Entre os alquimistas, foi ele quem mais se ocupou do que hoje se pode chamar de processo de individuação)"...

Devido ao fato de que uma grande parte do trabalho de minha vida foi consagrada ao estudo da problemática dos opostos, principalmente no que concerne à sua simbologia alquimista, esses acontecimentos - que são antecipações - são dignos de nota. Por isso os relato a meus leitores...
"Enquanto trabalhava em minha árvore genealógica, compreendi a estranha comunhão de destinos que me ligava aos meus antepassados. Tenho a forte impressão de estar sob a influência de coisas e problemas que foram deixados incompletos e sem resposta por parte de meus pais, meus avós e de outros antepassados".

Muitas vezes, parece haver numa família um karma impessoal, que se transmite de pais aos filhos. Sempre pensei que teria de responder a questões que o destino já propusera a meus antepassados, sem que lhes houvessem dado qualquer resposta; ou melhor, que deveria terminar ou simplesmente prosseguir, tratando de problemas que as épocas anteriores haviam deixado em suspenso.

Por outro lado, é difícil saber se tais problemas são de natureza pessoal ou de natureza geral (coletiva). Parece-me ser, este último, o caso. Enquanto não é reconhecido como tal, um problema coletivo toma sempre a forma pessoal e provoca, ocasionalmente, a ilusão de uma certa desordem no domínio da psique pessoal...
"Efetivamente, tais perturbações ocorrem na esfera pessoal, mas não são necessariamente primárias: são secundárias e decorrem de mudança desfavorável do clima social. Nesse caso, portanto, não se deve procurar a causa da perturbação na ambiência pessoal, e sim na situação coletiva. A psicoterapia ainda não levou em conta, suficientemente, esta circunstância"...

Como qualquer homem capaz de uma certa introspecção, pensei inicialmente que a cisão de minha personalidade era algo de muito pessoal, e que toda a responsabilidade de tal fato era minha.

É verdade que Fausto já soprara em meus ouvidos as palavras salutares: "Duas alma, ai de mim, habitam em meu peito!" Mas não lançara qualquer luz sobre a causa dessa dissociação. A compreensão faustiana parecia aplicar-se a mim. Quando li o Fausto não podia supor ainda quanto o estranho mito heroico de Goethe era coletivo e profetizava o destino da Alemanha...
"Era por isso que me sentia pessoalmente atingido, e quando Fausto, em consequência de sua hybris e inflação provoca a morte de Filemon e de Baucis, acreditei ser culpado um pouco como se, em pensamento, tivesse participado do assassinato dos dois velhos. Essa estranha ideia alarmou-me e achei que era responsabilidade minha expiar tal crime, ou impedir que ele se reproduzisse"...

Uma informação que recebi de alguém nessa época de minha juventude, veio confirmar ainda essa falsa conclusão. Soube, com efeito, que corria uma lenda a propósito de meu avô Jung: ele teria sido filho natural de Goethe! Essa história irritante me tocava, e porque parecia ao mesmo tempo reforçar e explicar as reações estranhas que eu sentia em relação ao Fausto. Não acredito na reencarnação (*), mas a ideia do Karma dos hindus me é naturalmente familiar...
(*) Jung não aceitava a reencarnação da persona (máscara do Self imortal). Isso concorda com o conceito da Rosacruz Áurea de que o ser do microcosmo  é quem acolhe nova personalidade no campo de manifestação, para cumprir certa missão... O fato inegável é que a persona atual do ser interior de Jung, coincidentemente, revelou profundo interesse pelo processo alquímico da individuação, como seu ancestral erudito, Dr. Carl Jung de Frankfurt, que viveu na época da Alquimia e Rosacruz Clássica... (Campos de Raphael)].  


"Como não tinha, nessa época, a menor noção da existência do inconsciente, não podia compreender psicologicamente minhas reações. Não sabia também, de maneira alguma (como até hoje, em geral, não se sabe), que o futuro se prepara, muito tempo antes, no inconsciente e que por isso os visionários podem adivinhá-lo com anterioridade"...



O espírito desses tempos aprisionou-me inconscientemente nos anos de juventude (por volta de 1893), e eu não tinha meio algum de fugir a ele. Fausto fez vibrar em mim uma corda e me atingiu de tal maneira que só podia compreendê-lo de um ponto de vista pessoal.



O problema dos contrários, do bem e do mal, do espírito e da matéria, do claro e do obscuro, foi algo que me tocou profundamente. Fausto, filósofo inepto e ingênuo, depara com seu lado obscuro, sua sombra inquietante: Mefistófeles. A despeito de sua natureza negativa, Mefistófeles diante do sábio carcomido, que se aproxima do suicídio, representa o verdadeiro espírito de vida.


Meus contrastes interiores apareciam assim sob a forma do drama. Goethe, de alguma forma, havia esboçado um esquema de meus próprios conflitos e soluções. A dicotomia Fausto-Mefisto, confundia-se para mim num só homem, e este homem era eu!
Em outras palavras, sentia-me atingido, desmascarado e, uma vez que era esse o meu destino, todas as peripécias do drama me concerniam pessoalmente. Apaixonadamente, sentia-me obrigado a aceitar isto, a lutar contra aquilo, nenhuma solução me era indiferente. Mais tarde, em minha obra, parti do que Fausto deixara de lado: o respeito pelos direitos eternos do homem, a aceitação do antigo e a continuidade da cultura e da história do espírito...

Tanto nossa alma como nosso corpo são compostos de elementos que já existiam na linhagem dos antepassados. O "novo na alma individual é uma recombinação, variável ao infinito, de componentes extremamente antigos.

Nosso corpo e nossa alma têm um caráter eminentemente histórico e não encontram no "realmente-novo-que-acaba-de-aparecer" lugar conveniente, isto é, os traços ancestrais só se encontram parcialmente realizados. Estamos longe de ter liquidado a Idade Média, a Antiguidade, o primitivismo e de ter respondido às exigências de nossa psique a respeito deles.

Entrementes somos lançados num jato de progresso que nos empurra para o futuro, com uma violência tanto mais selvagem quanto mais nos arranca de nossas raízes. Entretanto, se o antigo irrompe, é frequentemente anulado e é impossível deter o movimento para a frente...
Mas é precisamente a perda da relação com o passado,  a perda das raízes, que cria um tal "mal-estar na civilização, a pressa que nos faz viver mais no futuro, com suas promessas quiméricas de idade de ouro, do que no presente, que o futuro da evolução histórica ainda não atingiu.

Precipitamo-nos desenfreadamente para o novo, impelidos por um sentimento crescente de mal-estar, de descontentamento, de agitação. Não vivemos mais do que possuímos, porém de promessas; não vemos mais a luz do dia presente, porém perscrutamos a sombra do futuro, esperando a verdadeira alvorada.

Não queremos compreender que o melhor é sempre compensado pelo pior. A esperança de uma liberdade maior é anulada pela escravidão ao Estado, sem falar dos terríveis perigos aos quais nos expõem as brilhantes descobertas da ciência...

Quanto menos compreendemos o que nossos pais e avós procuraram, tanto menos compreendemos a nós mesmos, e contribuímos com todas as nossas forças para arrancar o individuo de seus instintos e de suas raízes: transformado em partícula da massa, obedecendo somente ao que Nietzsche chamava de espírito da gravidade.

É evidente que as reformas orientadas para a frente, isto é, por novos métodos ou gadgets, trazem melhorias imediatas, mas logo se tornam problemáticas e ainda por cima custam muito caro. Não aumentam em nada o bem-estar, o contentamento, a felicidade em seu conjunto.

Na maioria da vezes são suavizações passageiras da existência como, por exemplo, os processos de economizar tempo, que infelizmente só lhe precipita o ritmo, deixando-nos assim cada vez menos tempo. "Omnis festinatio ex parte diaboli est" (toda pressa vem do Diabo), costumavam dizer os antigos mestres.

As reformas que levam em conta a experiência do passado são em geral menos custosas e, por outro lado, duráveis, pois retornam aos caminhos simples e mais experimentados de outrora, e só fazem um uso moderado dos jornais. do rádio, da televisão e de todas as inovações feitas no sentido de ganhar tempo...
"Falo muito neste livro de minhas concepções subjetivas que não representam, entretanto, argúcias da razão; são muito mais visões que surgem, quando os olhos semicerrados e os ouvidos algo amortecidos, procuramos ver e ouvir a voz do ser... Se vemos e ouvimos com demasiada nitidez limitamo-nos à hora e ao minuto de hoje e não observamos se e como as nossas almas ancestrais percebem e compreendem o hoje em outros termos, e como o inconsciente reage"...

Dessa forma, continuamos ignaros e não sabemos se o mundo ancestral participa de nossa vida com prazer primitivo ou se, pelo contrário, volta as costas com desgosto. Nossa calma e satisfação íntima dependem, em grande parte, do fato de saber se a família histórica que o indivíduo personifica, está ou não de acordo com as condições efêmeras de nosso presente.

Na minha torre, em Bollingen, vive-se como há séculos. Ela durará mais do que eu; sua situação e seu estilo evocam tempos que há muito já passaram. Lá poucas coisas lembram o presente. Se um homem do século XVI entrasse na casa, somente o lampião de querosene e os fósforos seriam novidade para ele; com o resto e não teria dificuldade. Nada, nela, perturbaria os mortos: nem luz elétrica, nem telefone...
"As almas de meus ancestrais são mantidas pela atmosfera espiritual da casa, pois respondo, bem ou mal, às questões que suas vidas deixaram em suspenso; desenhei-as nas paredes. É como se uma grande família silenciosa, ao longo dos séculos, povoasse a casa. Lá vivo meu personagem número dois, e vejo amplamente a vida que se cumpre e desaparece"... (C.G. Jung). ['Memórias, Sonhos, Reflexões', p. 207/211. Editora Nova Fronteira. 1963. Original: 'Memories, Dreams, Reflections''. 1961].
'O CHAMADO' - (Parte I)


'O Chamado' - Parte II

"Nesta imensidão do Universo, olhe para as Estrelas"...
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"O tranquilo silêncio e a noite servem para realçar uma harmonia amena. Senta-te aqui, Jéssica, e observa como se acha o soalho do céu todo incrustado de pedacinhos de ouro cintilante. Não há estrela, por menor que seja, de quantas aí contemplas, que em seu curso não cante como um anjo, em consonância com os querubins dotados de olhos moços. Na alma imortal essa harmonia existe. Mas enquanto estas vestes de argila a envolvem muito intimamente, não podemos ouvi-la"... ('O Mercador de Veneza', Ato V. Shakespeare).
 Vida é uma Dança: Dance com a Vida! 
Estar vivo é uma oportunidade gloriosa! Então...

 VÍDEOS EM DESTAQUE:
"No la publiques hasta que la humanidad esté preparada". (Einstein). 

 A Divindade em mim, saúda a Divindade em você! 
Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).
[Editado em 08.07.2016. Rio das Ostras/ Rio de Janeiro.].