sexta-feira, 4 de abril de 2014

Einstein & Sua Visão de Sacralidade da Vida

“Um ser humano é uma parte limitada no tempo e no espaço, de um todo por nós chamado de ‘universo’. Ele tem pensamentos e sentimentos como algo separado do restante – uma espécie de ilusão de óptica da consciência. Essa ilusão é como uma prisão para nós, restringindo-nos a decisões pessoais e ao afeto por algumas pessoas mais próximas. A tarefa que nos cabe é libertar a nós mesmos dessa prisão, ampliando nosso círculo de compaixão para abraçar todas as criaturas vivas e toda a natureza em sua beleza”... (Einstein). [Cf. ‘Reencontro com a Alma’, p. 132/137. Larry Dossey. M.D. Cultrix].
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(*) Antes de nascer, você eu já vivemos. E as características do Anjo da Guarda do dia de nosso nascimento físico, pode revelar o que viemos fazer neste "campo quântico de possibilidades": expandir a consciência da "criança divina" -, 'Deus em nós', o Self imortal. Mas esquecemos nossa origem divina ao adentrar a veste física, qual a missão escolhida e as lições a ser apreendidas no embate das "forças dos opostos"... NOTE BEM: Embora a infância seja pré-determinada, é-nos dado mudar o rumo da vida, na adolescência e vida adulta - para o 'bem' ou o 'mal'; para baixo ou o Alto... "Destino" é fruto de tudo aquilo que, no hoje vivente, você escolhe! (Campos de Raphael).


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Einstein & Sua Visão de Sacralidade da Vida
“Quando Einstein publicou sua teoria da relatividade restrita, em 1905, o mundo nunca mais seria o mesmo. Ele abalou os sólidos alicerces da física clássica de Newton – sua estrutura determinista e causal; seu tempo linear e fluente, e o espaço vazio; a matéria e a energia divididas em rígidos compartimentos. Mas isto não nos interessa aqui. Queremos focalizar algumas de suas ideias não convencionais sobre o lugar do homem no mundo, e sobre a mente”.

Uma Física Viva: “Uma das mais notáveis características de Einstein foi o modo como parecia viver a física. Seu exemplo faz ruir a ideia de que essa ciência seja uma ocupação puramente intelectual”.

Já no início, quando ele raciocinava sobre o que mais tarde seria a teoria da relatividade restrita, se nos apresenta o quadro de um homem atormentado com a força de suas ideias. Lidar com elas exigia um grande esforço físico.

De fato, essa sobrecarga mental quase resultava em doença, e ele frequentemente tinha de se retirar para o campo para descansar, de modo a recuperar as energias. Não se vê aqui a imagem de uma intelecção fria, mas de um homem motivado por poderosas forças vitais.

Ninguém lê os relatos de sua vida sem se impressionar com o senso de sacralidade com que ele via toda a criação. Para ele, a física não era uma coisa insípida; era uma tentativa de entender o trabalho de Deus. A teologia e a ciência de Einstein estavam intimamente ligadas; que elas pudessem viver separadas parecia-lhe impensável.


Dizendo a Deus o que Fazer: “Essa atitude, ele compartilhava com seu predecessor, Sir Isaac Newton. Ambos marcam um contraste rígido e paradoxal em relação ao ideal que veio a prevalecer na ciência moderna: que esta fosse purgada de quaisquer vestígios de Deus e de divindade. A natureza é desapaixonada, dizem-nos agora; ela é simplesmente o que é. O ‘selo divino’ e o ‘relojoeiro’ que construiu o relógio são projeções nossas -, afirma-se”.

Einstein, porém não concordava com isso. Sua meta, na compreensão de qualquer problema, era sempre perguntar a si mesmo: Como Deus pensa? Certa ocasião, um colega admoestou-lhe a que parasse de dizer a Deus o que devia fazer!

A ciência tem estranhas maneiras de lidar com pessoas como Einstein. Ela seleciona e escolhe entre suas visões. Aquelas que estão de acordo com a moda, ou são aceitáveis, são submetidas a exame cuidadoso, enquanto as demais são rejeitadas. Essa atitude procura justificar-se com a asserção de que, mesmo para os grandes homens, muitas de suas ideias são científicas válidas, ao passo que outras não; não somos obrigados a ficar com o pacote todo.

Certamente, é necessário ter cuidado; a ciência deve confiar apenas em provas, e não na autoridade individual. Mas a questão é mais complexa, pois às vezes as razões apresentadas para rejeitar ‘parte do pacote’ são inteiramente anticientíficas, cometendo-se as mesmas falácias a que alegam opor-se.

Tomemos o caso de Newton. Ele acreditava em Deus com fervor. Despendeu grandes esforços estudando alquimia, convencido de que sua reputação finalmente se apoiaria mais sobre as contribuições alquímicas do que na física. Porém, as inclinações de Newton para Deus e a alquimia foram esquecidas, e a física como um todo foi esvaziada de tais coisas.

A ciência que se seguiu a Newton passou a considerar a natureza como uma máquina neutra e sem Deus. As máquinas são deterministas e funcionam de acordo com as leis rígidas e invariáveis da natureza. Nesta concepção não há lugar para a alquimia de Newton, notadamente antropomórfica e permeada por Deus.

Essas ideias, portanto, foram aos poucos sendo filtradas de seu legado. O resíduo restante tinha que ser compatível com essa imagem neutra de mundo, livre de valores e mecanicista que daí em diante dominou por completo a ciência. Mas aqui, o paradoxo, expresso pelo biólogo Rupert Sheldrake, é o seguinte: “O que podia ser mais antropomórfico, no sistema humano de representações do que dizer que tudo é uma máquina? Máquinas são criações inteira e especificamente humanas... baseadas num determinado tipo de atividade humana”.

E como disse o físico David Bohm: [O modelo da máquina] baseia-se em projetar na matéria o tipo de coisas que se faz com o corpo.

Os deuses nunca desaparecem de nossas imagens da natureza. A natureza ainda é divina, só que o deus não é o de Newton, mas o atual objeto de adoração – a máquina (no caso do universo) ou o computador (no caso do cérebro).

Como o maior cientista desde Newton via a si próprio em relação às outras pessoas? A resposta não é simples. Se formos julgar pelo seu comportamento social, Einstein parecia possuir um forte senso de isolamento interior. Assim ele descreveu este sentimento:

“Dardos de ódio também me foram atirados, mas nunca me atingiram, pois de algum modo eles pertenciam a outro mundo, com o qual eu não tinha nenhuma ligação. Vivo naquela solidão que é dolorosa na juventude, mas deliciosa nos anos de maturidade”...

“Meu apaixonado senso de justiça e responsabilidade social sempre contrastou estranhamente com uma pronunciada falta de necessidade de contato direto com outros seres humanos e com outras comunidades humanas. Na verdade, sou um ‘viajante solitário’, e nunca pertenci ao meu país, aos meus amigos, ou mesmo à minha família, com todo o coração; a despeito desses vínculos, nunca perdi o sentimento de distância e a necessidade de solidão – sentimentos que se intensificam com os anos”.

Einstein não só se colocou socialmente à parte do mundo como também distanciou-se dele de outra forma. Na sua concepção, o universo é só parcialmente cognoscível, e esse fato, por si só, num certo sentido o separa de nós. Assim ele expressou esse sentimento:
“Lá fora havia este mundo imenso, que existe independentemente dos seres humanos, e que se coloca diante de nós como grande e eterno enigma, só em parte acessível à nossa investigação e pensamento”. 

Einstein acreditava numa realidade independente do conhecimento humano. Mas conquanto distante de nós ela é intrinsecamente harmoniosa e legítima. Isto a torna cognoscível até certo ponto pelas “construções livres” formadas pela mente humana, que começam e terminam a experiência. O fato de o mundo ser cognoscível, pelo menos em parte, foi uma ponte interminável de espanto e admiração para Einstein.

Superficialmente, parece haver aqui pouca ligação com a filosofia de Schroedinger ou com a de Gödel. Eles parecem descrever mundos diferentes.

O mundo de Einstein não aparenta ser o tipo de lugar onde a mente e o ser não-localizados que vimos focalizando até agora pudessem deitar raízes e florescer. De fato, ele parece sem dúvida ser localizado; é um mundo separado de nós, que acentua a nossa solidão e isolamento, no cotidiano dos objetos.

Mas isso é apenas parte da história. Esse homem reservado, que acreditava firmemente numa realidade independente de nós, demonstra, em outros momentos elementos em sua vida e em suas ideias nos quais resplandece inequívoca unidade. Por exemplo, ao ser perguntado, quando seriamente doente, se sentia medo da morte, Einstein respondeu:
“Sinto uma sensação de solidariedade com todos os seres vivos que não me importa onde o indivíduo começa e onde termina”...

...Além do mais, na sua teoria da relatividade, Einstein dá um grande passo além do indivíduo isolado como o único árbitro de uma imagem do mundo. Na sua concepção, a imagem do mundo não pode ser entendida supondo-se que haja um conjunto de eventos uniformemente observado por todos os observadores independentes. 

Em vez disso, o mundo deve ser entendido, não como uma coleção de eventos externos objetivos que são a mesma coisa para todos, mas como um conjunto de relações. De fato, “evento” e “observador individual” não podem ser definidos independentemente um do outro nesta nova concepção.

Em decorrência de sua descoberta, nasceu uma nova unidade na física, como diz Bronowski, formada por uma inextrincável tríade: o evento, o observador e o sinal que os une:
“A física não consiste em eventos; consiste em observação, e entre o evento e nós que o observamos, deve passar um sinal – um raio de luz, talvez, uma onda ou um impulso – que simplesmente não pode ser extraído da observação... Evento, sinal e observador: esta é a relação que Einstein viu como a unidade fundamental da física. A relatividade é compreensão do mundo não como um conjunto de eventos, mas como um conjunto de relações”. (Bronowski).
Assim, na relatividade restrita, os indivíduos participam da imagem do mundo somente por estarem incluídos em algo maior que o eu individual. A não ser que se vá além do eu, não há nenhuma imagem do mundo. Essa formidável teoria, já demonstrada além de qualquer dúvida e que é universalmente aceita, harmoniza-se com a convicção de Einstein de que os indivíduos se ajustam em unidades cada vez maiores – estando, assim, ligados “a todas as coisas vivas”.

Em sua concepção religiosa pessoal, Einstein afasta-se definitivamente da primazia do indivíduo em relação ao Todo, ao Uno. Isso é ainda outra expressão da transindividualidade e da não-localização da pessoa no seu pensamento. Conforme ele comentou:
“A pessoa sente a futilidade dos desejos e das metas humanas e a sublimidade da maravilhosa ordem, reveladas tanto na natureza como no mundo do pensamento. A existência individual o impressiona como uma espécie de prisão e ele quer vivenciar o universo como um todo único e significativo”.

Ir além da prisão da individualidade para uma percepção experimental desse “todo significativo” era, para Einstein, uma grande tarefa que ele descreve numa observação frequentemente citada:

“Um ser humano é uma parte limitada no tempo e no espaço, de um todo por nós chamado de ‘universo’. Ele tem pensamentos e sentimentos como algo separado do restante – uma espécie de ilusão de óptica da consciência. Essa ilusão é como uma prisão para nós, restringindo-nos a decisões pessoais e ao afeto por algumas pessoas mais próximas. A tarefa que nos cabe é libertar a nós mesmos dessa prisão, ampliando nosso círculo de compaixão para abraçar todas as criaturas vivas e toda a natureza em sua beleza”... (Einstein). [Cf. ‘Reencontro com a Alma’, p. 132/137. Larry Dossey. M.D. Cultrix].
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Veja tb.: ‘Você & O Self: Perdoando a Nossa Mortalidade’.

 Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).