terça-feira, 13 de agosto de 2013

FÍSICA QUÂNTICA & SONHOS. Sua Vida é um Sonho? - (Silvia Malamud. Psicóloga Clínica).

“Somos nossos desejos mais profundos... / Assim como são nossos desejos, /Assim é nossa vontade / E também são nossos atos. / Assim como nossos atos determinam nosso destino”. (Brihudurunyuku Upanishad, IV, 4.5). – Deepak Chopra.
Guardião do Dia. 'VEHUIAH': "Deus elevado e exaltado acima de todas as coisas". Protege quem nasce em 13/08, 25/10, 06/01, 20/03 e 01/06. Palavra-chave: Otimismo. Invoca-se o Anjo Vehuiah para empreender e executar as coisas mais difíceis obtendo clareza da mente e facilidade de aprendizado. Sob sua influência, a pessoa é extremamente curiosa e sempre em busca da verdade. Quando enfrenta dificuldades, não desanima e busca compreender o motivo de estar passando pelo problema. Interiormente equilibrado, sabe o potencial de cura que tem nas mãos.  Saiba mais. (Clic): Vehuiah - 1º Anjo. Categoria 'Serafins'.
 
'SERAFINS': Metatron é seu Príncipe-Arcanjo. A tradição considera essa categoria angelical como a mais próxima de Deus. Contemplam e vivem o Amor divino, aquecendo-se no fogo celestial. Sua incumbência é transmitir o fogo desse Amor às categorias dos demais anjos. As pessoas ligadas a esses anjos são maduras e sábias; têm forte intuição, são nobres e pacientes, e procuram estar em paz com todos...


"Ninguém nasce para sofrer; nasce para aprender". (Campos de Raphael)

Física Quântica & Sonhos. Sua Vida é um Sonho?
“Somos nossos desejos mais profundos... / Assim como são nossos desejos, /Assim é nossa vontade / E também são nossos atos. / Assim como nossos atos determinam nosso destino”. (Brihudurunyuku Upanishad, IV, 4.5). – Deepak Chopra.


“Uma das coisas que nos define a realidade – como a conhecemos – é a percepção da continuidade do tempo e do espaço. Costumamos diferenciar o que é sonhos do que é realidade quando estamos no estado de vigília”...

A nossa lógica linear e percepção material, entre outras coisas, servem para que não nos percamos num universo quântico de possibilidades infinitas. Quando acordados localizamo-nos então no “colapso da matéria”, como dizem os físicos quânticos e não em ondas de possibilidades como supostamente ocorre nos sonhos.

No universo da matéria, ou quando estamos acordados, a questão a saber é que absolutamente todos os cenários que vivenciamos dependem da decisão do olhar do observador. Este escolhe o que irá “colapsar” num evento material, ou seja, em um algo físico.

Tanto as ondas, que pelo olhar do observador organizam-se em eventos prováveis, como o colapso do arranjo das ondas (pré-realidade material) faz parte de atitudes altamente criativas das nossas mentes/consciência. Dentro dessa percepção, o consenso coletivo tem enorme responsabilidade para que a realidade física esteja como está.

Mesmo que essa escolha seja sonambúlica ou inconsciente, ela está a todo o momento acontecendo e é poderosa. Somos todos co-responsáveis pelos da nossa realidade, bem como pelo status físico do planeta. Estamos mentalmente interligados num amplo processo criativo de manifestação...
 


Se você por acaso não sabe o que quer, não está nem aí para nada, ou mesmo se sente incomodo com os rumos das situações que presencia, é bem provável que seja mais uma consciência contaminada ajudando inconscientemente a fortalecer o “colapso” de algum sonho que não seu.

Reiterando, se você não estiver convicto e alinhado consigo mesmo, existe a chance certeira de você estar infeliz, vivendo um desvio de seu percurso por falta de atenção. Pode ser que neste momento sua vida não faça o menor sentido a você, apenas pela falta de capacidade de encontrar-se com o seu centro interior, pela a falta de conhecimento de como ler a si mesmo e acima de tudo de honrar-se.


Uma das metas existenciais evolutivas da humanidade é o desenvolvimento do controle deliberado de nossas vidas, ou seja, a consciência sobre o que a nossa unidade maior deseja manifestar.

O que dá sentido as nossas existências é o assunto principal e primeiro que devemos encontrar. Assim que encontrado fazer valer. Evite, portanto, cometer enganos, pois os mais variados rumos de vida são desenfreadamente ofertados. Desde os que fazem algum sentido, aos que estão literalmente fora de rumo...  
 
Sedução e direcionamento sobre o importante a seguir não faltam: dogmas religiosos, sociais, estratégias de marketing, enfim, tudo parece ser uma venda e/ou imposição sobre como você deveria experienciar a sua jornada terrena...


Muitos direcionamentos podem nos oferecer o verdadeiro sentido da existência, mas infelizmente não é sempre que isso ocorre. Como sabemos, existe muita imposição de metas e regras, e por vezes fica difícil de discernir entre o certo e o errado e pior, entre o que julgamos ser correto, mas que não é o certo para nós.

Por outro lado, também há muita possibilidade solta por aí e que para um bom observador independente pode servir como ingredientes de um “bolo” a ser criado. As mais diversas crises costumam ocorrer quando não estamos no caminho do coração.

Insatisfações quando deflagradas promovem correção de metas e nessas ocasiões os cenários conhecidos costumam mudar de modo surpreendente. Por vezes assustador. Parece como se estivéssemos num terremoto em que pessoas vão embora das nossas vidas, mudamos de casa, de país, de profissão, de parceiros, etc..

Às vezes nos apegamos aos “cacos” para nos assegurarmos em algo conhecido, retardando a vinda do novo que nos espera um passo a frente. E mesmo quando se almeja a manifestação do sentido maior, pode ser que a princípio nada consigamos ver com clareza.

Medo, dor e desespero frequentemente obscurecem a nova realidade que se desenha. Poucos são aqueles que entendem o processo com a mente aberta e otimismo, postura esta m ais alinhada com o verdadeiro princípio criativo da mudança.

Os mais variados exemplos podem ser explanados. Desde pessoas que se seguram evitando a transformação do que literalmente sofreram e ainda sofrem... Até as pessoas que se abriram para o novo e puderam passar pelo estranho caminho do “não sei”, abrindo-se para que o sentido maior cruzasse os seus caminhos com à sabedoria de sempre...


Não é simples e nem fácil essas jornadas de transformação e de resgate de si mesmo, mas invariavelmente sempre que ocorrem deveriam ser vistas como chances divinas de resgate a alinhamento de propósitos.

Onde entram os sonhos nessa questão existencial? E afinal, para que e por que sonhamos? O que ocorre em nossas mentes, em nossos mundos interiores, quando sonhamos? Como fica a percepção de realidade e por que quando estamos sonhando tudo tem uma lógica diferente da nossa daqui, mas no sonho possui sentido?!

– Quando sonhamos temos uma sequência lógica guiada pelos nossos sentimentos.

As imagens que aparecem nos sonhos são definidas pelos sentimentos que estamos vivenciando. Os cenários são reflexos das nossas atitudes mentais de encontro com o que sentimos e buscamos.

Para Freud, os sonhos são tentativas de solucionar conflitos em relação aos desejos não satisfeitos. Já a Jung, podemos entrar em contato com arquétipos universais em busca da evolução. Outros definem os sonhos de outras maneiras...

Penso que todas explicações são válidas e que todas dentro dessa ordem de compreensão possuem algo em comum que é a experienciar de modos e maneiras diferentes as tentativas de resolver questões existenciais. Fazemos isso vivenciando versões de realidades por intermédio de nossos sonhos...  
 
Pela visão da física quântica, os sonhos seriam a experimentação em ondas, das possibilidades a serem vivenciadas e materializadas aqui neste plano. Seria o teste de realidades prováveis no intuito de facilitar os conhecimentos de nós mesmos e, portanto, das nossas escolhas... Ou a vivência, quem sabe, da nossa consciência em laminas de realidades, tão físicas quanto essas nossas, porém em outras dimensões.

Veja que de acordo com esse preceito, um vidente pode ver algumas dessas ondas de possibilidade que estão mais próximas de se materializarem e a partir daí fazer a sua vidência como um fator concreto a ser colapsado, isso antes de ser efetivamente escolhido pelo observador para esse intento.

Sonhos são versões de realidades onde nos representamos dentro de um simbolismo único e totalmente compreendido pelo sonhador no momento sonhado. Existe muita especulação sobre a arte de sonhar. Existem os sonhos lúcidos, os sonhos compartilhados, os sonhos premonitórios, as experiências extrafísicas, e por aí vai...

 
Creio que sempre que “sonhamos” estamos vivenciando realidades tão vividas como estas nossas. Penso que nessas experimentações incluem-se os sonhos/vida daqui, ou seja, nossas experiências.

Em resumo, estamos nos experimentando agora e sempre. Estamos lúcidos, com ações deliberadas e sem medo de entrar em contato direto e responsável com o quanto podemos, parece ser a nossa questão maior. E enquanto isso não acontece continuamos na roda, pertencendo aos sonhos dos outros, acordando vez por outra em crise para retificar, na sorte de quando isso ocorre de fazermos bom uso desses momentos...



Complementando: Existe uma tribo no Himalaia, os Senóis, que vivem interpretando os sonhos. Todos os dias se reúnem para falar sobre os sonhos da noite. Dizem eles que experiências incríveis podem ser encontradas ao vivenciar um sonho, principalmente aqueles que nos fazem acordar de repente, por medo ou choque do acontecimento no sonho; eles adquiriram o poder de continuar e aconteça o que acontecer durante os sonhos eles não despertam, e vivenciam a situação até o final.

A experiência é incrível; dizem que, por exemplo, a sensação de estar caindo em um precipício, que nos faz acordar por medo, ao ser vivenciado muitas vezes nos leva a cair em um leito de rosas ou em um lago de águas calmas e refrescantes.

"Que a humanidade possa ver a Lux, sentir a Lux, entender a Lux e viver na Lux... Que assim seja e assim É... Fiquem na Lux! Namastê".
[Texto de Silvia Malamud. Psicóloga Clínica. Terapeuta e autora do livro ‘Projeto Secreto Universos’. Complemento: Revista Planeta –Sonhos. Extraímos do vídeo: Física Quântica. A vida é um sonho?].
 
 
 Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).